4.1.
Um corpo planetário é uma projeção materializada em forma de
espiral de uma massa estelar primária. Portanto, o corpo do planeta
participa holonomicamente da mesma estrutura do processo que caracteriza o
Cérebro Galáctico.
4.2.
Um corpo planetário é a parte em órbita da massa estelar na
qual a incorporação das geometrias cristalinas do tempo podem ter a
possibilidade de executar e definir a dialética na qual o reflexo
secundário da vida pode evoluir.
4.3. No corpo planetário, a projeção cristal do tempo como forma,
interage quimicamente com as radiações fotônicas emanando principalmente
da estrela local. A forma cristalina estabelece uma pulsação solar dentro
e de acordo com a velocidade de rotação do corpo planetário em sua
alternância das fases do dia e da noite .
4.4.
O Cérebro Galáctico incorporado no corpo evolutivo do
planeta Terra transforma inevitavelmente a dialética da pulsação solar e a
alternância das fases do dia e da noite em um complexo de formas
inorgânicas pré-conscientes nas quais o elemento água é quimicamente
gerado da interação do cristal, da luz e do calor (condições de energia
luminosa-elétrica e térmica-cinética).
4.5. Uma vez que o elemento água tenha sido induzido
termoeletricamente, então a condição primária para o reflexo secundário, a
vida, é estabelecido dentro da ordem evolutiva planetária como a interação
auto-geradora das funções luminosas e térmico-químicas. A síntese da luz
nas plantas é diretamente proporcional à capacidade processadora de água
termicamente regulada do sistema de raízes.
4.6. A planta é para o reino orgânico o que o cristal é para o
reino inorgânico. As geometrias radiativas do tempo informam a estrutura e
o poder procriativo de todas as plantas. A duração das plantas como uma
espécie, e não somente o ciclo de um elemento individual, mantém a ordem
do tempo dentro do reino orgânico inconsciente instintivo da vida. A
duração das plantas é o complemento para a duração dos cristais, e juntos
criam a dialética do ambiente vivo planetário chamado biosfera.
4.7. A vida em si é a função de um código-programa originando-se
na matriz radial do tempo quadridimensional. No planeta Terra este código
é conhecido como o código do DNA de 64 unidades. É a interação do código
do DNA com a Lei do Tempo, T(E)=Arte, por cuja freqüência sincronizadora
13:20, as ordens evolutivas da vida são formadas.
4.8. Os 64 códons do DNA que contém o programa informativo para
todas as possibilidades da vida do reflexo secundário orgânico no
desenvolvimento evolutivo de um planeta determinado, são matematicamente a
sétima ordem de uma seqüência binária que se inicia com uma duplicação da
unidade primária (1): 2, 4, 8, 16, 32, 64. Nesta seqüência, o 32
representa a ordem complexa, o cristal, de cuja dialética binária a vida
do reflexo secundário (64) é gerada.
4.9. O poder formal do cristal incorpora a Sexta ordem ou a ordem
reticulada cúbica da progressão binária. As cinco ordens precedentes,
unidade 1, polaridade 2, forma posição 4, espaço extensivo 8, harmônico
16, combinados com o retículo cúbico cristal 32, são então incorporados e
incluídos na vida, 64, forma auto-produtiva. Na progressão matemática
radial da quarta dimensão, todas as ordens inferiores estão incluídas e
incorporadas nas ordens mais elevadas.
4.10. A duração da biosfera como a complexidade da dialética do
cristal e seu reflexo secundário, a vida, constitui a ordem inteira do
Cérebro Galáctico em todo o seu espectro de possibilidades evolutivas. A
biosfera evolui através do pré-consciente o inconsciente, e de
inconsciente, passando através do consciente e do consciente contínuo para
o superconsciente.
4.11. Dentro da ordem biosférica, todas as funções inorgânicas
constituem um único processo unitário chamado processo biogeoquímico. O
processo biogeoquímico é mantido pela troca de energia química
auto-mutante, conhecida como a migração biogênica de átomos.
4.12. O aumento da complexidade do processo biogeoquímico é
caracterizado pela aceleração da migração biogênica de átomos, pela
incidência de níveis cada vez mais complexos de vida, induzindo à
transição de ordem de existência inconsciente para consciente.
4.13. Dentro da ordem biosférica evolutiva da Terra, a espécie
humana representa a máxima complexidade do processo biogeoquímico,
resultando num poder auto-reflexivo. Na ordem humana, a transição de
consciente para consciente-contínuo é o domínio de seus poderes
auto-reflexivos. O ponto crítico para criar uma consciência contínua
sustentável é dependente da descoberta auto-reflexiva da Lei do Tempo, a
que marca o clímax da evolução da biosfera como uma ordem inconsciente, e
inicia a evolução da biosfera na ordem supra-consciente de ser ou
consciência cósmica.