APÊNDICE
A Arte Planetária do Tempo Galáctico
A Terra é uma Nave do Tempo, um hólon planetário que viaja pelo tempo galáctico.
O tempo é a força-g, a Quinta Força Galáctica.
A força-g contém o espaço. O tempo não é o que se leva para chegar de um ponto a
outro no espaço. O tempo não tem principio nem fim.
O tempo é a quarta dimensão. A força-g é a
ordem da realidade quadridimensional. A estrutura do tempo quadridimensional e o
hólon. A galáxia e organizada como um hólon. Tudo o que está dentro da galáxia
também é organizado como um hólon.
A Terra se movimenta sobre a força-g. O hólon
da Terra sincroniza-se com o hólon solar de sua estrela local, o Sol. A relação
do hólon da Terra com o hólon solar é determinada pelas diferentes proporções da
força-g ou fractais que interconectam as galáxias, os sistemas estelares e os
planetas.
A humanidade com seus 5,2 bilhões de membros
individuais constitui um hólon potencial da Terra. Para converter-se num hólon
da Terra, cada membro da espécie humana deve tomar-se autónomo, auto-organizador
e auto-sincronizado.
Enquanto a opção de tomar-se holonómico for
ignorada, o nível de entropia entre a espécie humana se expande. A expansão
entrópica da humanidade acontece a sua própria custa e em detrimento do
meio-ambiente planetário. Movimentando-se sobre a força-g, o destino da Terra é
tomar-se sintrópico em lugar de entrópico.
A sintropia governa a holonomia. A sintropia é
a lei pela qual os hólons individuais aumentam sua energia ao girar juntos, numa
interdependência cada vez maior. A holonomia sem autonomia é entropia, a
dissipação de energia.
Tornar-se um humano sintrópico, florescendo
dentro do hólon planetário, é sincronizar-se com o tempo galáctico. Actualmente
os humanos são incapazes de ser sintrópicos porque não estão sincronizados com o
tempo galáctico. O tempo galáctico é para os humanos contemporâneos que a visão
heliocêntrica do sistema solar era para os humanos da idade Media.
Os humanos devem sincronizar-se com o tempo
galáctico e tomar-se planejadores da Nave do Tempo Terra. Movimentando-se sobre
a força-g da Terra, os humanos na realidade são viajam és do tempo. Devido a
suas crenças limitadoras tridimensionais, os humanos erradamente exploram o
espaço em vez do tempo.
Todos os sistemas actuais dos humanos para
calcular o tempo estão baseados na proporção 12:60, que cria um ano de doze
meses e uma hora de sessenta minutos. Essa proporção é tomada dos 360 graus de
um circulo e não da rotação de 365 dias da Terra ao redor do Sol. A rotação de
365 dias se divide de forma natural em treze sequências de 28 dias, que
correspondem as treze lunações que sucedem durante um ano solar, mais um dia
extra, o factor mais um, circulante, o 25 de Julho no actual calendário solar.
Negando o poder do treze, o calendário de doze
meses utilizado pelo mundo civilizado é um dispositivo patriarcal desenhado para
marcar os dias santos. No mundo industrial, o calendário de doze meses é um
padrão para converter o tempo em dinheiro. Dos muitos calendários usados pelos
humanos, nenhum leva em conta a unidade do tempo planetário e galáctico.
O calendário gregoriano é um exemplo da
ilógica distribuição de dias por mês. Em vez de treze meses de 28 dias cada um,
o calendário gregoriano distribui o décimo terceiro mês como dias extras,
acrescentados ao acaso a onze dos doze meses. Usado mundialmente, o calendário
gregoriano teve por base um sistema de crença mantido apenas por 30 % da
humanidade. Continuar utilizando este calendário, sem levar em conta seus
efeitos, só pode acabar numa catástrofe global.
Não tendo entendido a natureza
quadridimensional do tempo, os humanos não entenderam os calendários. Um
calendário e uma planilha do tempo. O propósito de um calendário coordenado com
o tempo galáctico é nada menos que uma completa organização sintrópico da vida.
Toda a vida na galáxia e sincronizada de
acordo com as proporções fractais da força-g. O calendário galáctico é a
planilha que conecta a vida diária humana com a ordem da força-g.
Como marco de referência do tempo
tridimensional, o calendário gregoriano é distorcido por suas inconsistências
ilógicas. Tentar entender o tempo a partir da estrutura distorcida do calendário
gregoriano é como tentar convencer um prisioneiro de que o mundo que vê pelas
barras de sua prisão é tudo o que existe.
Na realidade, a estrutura do tempo do
calendário gregoriano resultou na criação de uma distorção do tempo
tridimensional chamada materialismo. Ao viver esta distorção do tempo, os
humanos contemporâneos condenam-se a si mesmos a um mundo de problemas cada vez
mais intransponíveis. Por seus próprios padrões tridimensionais, os humanos
estão a caminho da autodestruição entrópica.
Para poder movimentar-se sobre a força-g e
fazer parte do esquema da Nave do Tempo Terra, os humanos só precisam corrigir
seu calendário, sincronizando-o com o giro galáctico. Ao fazélo, terão
oportunidade de sair da distorção do tempo.
Liberados da distorção do tempo materialista,
os humanos serão capazes de enfrentar seus problemas a partir de uma perspectiva
galáctica. Uma vez entendidos e resolvidos seus problemas pela aplicarão dos
princípios auto-organizadores do calendário galáctico, lhes será possível
praticar a arte planetária do tempo galáctico.
A Nave do Tempo Terra é um hólon planetário em
processo de auto-evolução. Este hólon planetário quadridimensional possui um
esquema e um campo de movimento codificados com informações solar-galácticas.
A informação que codifica o hólon planetário e
a mesma informação codificada no calendário galáctico. Os humanos que usam o
calendário galáctico poderão sintonizar simultaneamente o esquema do hólon
planetário. Ao seguir o calendário galáctico e sintonizar-se com o hólon
planetário, os humanos tomam-se parte da equipe de planeamento da Terra.
Movimentando-se sobre a força-g e
sincronizando-se com a ordem galáctica major, a frequência da Terra
inevitavelmente muda e também mudam seus pólos. A frequência actual da Terra é
7,8 Hz. A partir do dia 16 de Agosto de 1987, a frequência ressonante da Terra
tomou-se cada vez mais dissonante. Tal dissonância deve-se ao campo mental
inadequado tridimensional dos humanos em relação ao hólon planetário
quadridimensional da Terra.
Segundo sua própria medida do tempo, a Terra
aproxima-se agora de um nível de frequência superior a 8,0 Hz. Quando a
frequência alcançar 8,0 Hz, a Terra experimentará uma mudança de pólos a fim de
estabilizar a nova frequência. Em 8,0 Hz, a Nave do Tempo Terra será aero
dinamizada para funcionar de acordo com os padrões galácticos.
Para aproveitar o aumento de frequência e a
mudança iminente dos pólos, os humanos devem primeiro experimentar uma inversão
do tempo. A inversão do tempo marcará aquele ponto no qual os humanos corrigem
seu próprio calendário, voltando a seu ciclo original de 13 meses e 52 semanas.
Ao sincronizar-se com o calendário galáctico, o calendário solar/lunar da Terra
funcionará como uma planilha de conversão.
Oito cicios anuais do novo calendário
solar/lunar da Terra, começando em 26 de Julho de 1992 e indo ate 25 de Julho de
2000, é o tempo necessário para converter o materialismo em arte planetária do
tempo galáctico. A mudança de pólos será a culminação dessa conversão da
planilha do calendário.
Ate o dia 26 de Julho do ano 2000, a Nave do
Tempo Terra será lançada para um giro de treze anos através do tempo galáctico
quadridimensional. A aventura que isto contém para a humanidade e inconcebível
dentro do entendimento limitado do tempo tridimensional. Esta aventura será o
resultado da conversão do “tempo é dinheiro” em “tempo é arte”.
A diferença entre o tempo como dinheiro e o
tempo como arte é a diferença entre o tempo como quantidade e o tempo como
qualidade. O hólon e a chave para devolver qualidade ao tempo. O hólon é para o
tempo galáctico o que a máquina é para o tempo mecanizado.
Todo ser humano nasce com um corpo
tridimensional e um hólon quadridimensional. O corpo físico é o condutor
biológico. O hólon é a unidade transportadora do tempo. O corpo e seu hólon são
inseparáveis.
O condutor biológico sustém o sistema nervoso
sensorial, o instrumento humano para processar a escala completa de
experiências. A experiência do corpo é sincronizada dentro do hólon
quadridimensional. O hólon e a experiência do corpo físico no tempo,
plasticamente codificada. O corpo, no tempo, com seu hólon é arte.
No presente, os humanos não são conscientes de
seus hólons e, como consequência, não tem uma forma exacta para conectar-se com
eles. O Livro dos Kins: O Épico Galáctico do Livre-Arbítrio, e uma série de 260
comandos para sincronizar o hólon humano com o hólon planetário, solar e
galáctico.
O Livro dos Kins, o Tabuleiro de
Viagem, o Tabuleiro do Oráculo e a
Bússola Galáctica são
ferramentas de planeamento. Usando-se essas ferramentas de planeamento em fase
com a inversão do Tempo, em 26 de Julho de 1992, a arte planetária do tempo
galáctico floresce como uma realidade evolutiva.
O tempo é agora para a Nave do Tempo Terra 2013.