Até este momento os homens
nativos deste planeta, perceberam ao contrário, ou não muito bem, algumas
das coisas que ensinámos. E confundiram-nos com seres (irreais) que nas
suas línguas chamam deuses. E com toda a certeza, combinaram entre eles
adorar-nos. E nós recusamos esta confusão. E eles converteram em ritos de
carácter irreal, religiosos como dizem as suas línguas, as nossas
tentativas de (comunicar-nos com) o nosso mundo, com o nosso (planeta) de
Tulán. Habitualmente assistíamos à hora mais propícia onde (instalamos) a
grande equipa (de transmissão) que pudemos salvar do desastre. E nenhum de
nós, dos que ali ficámos, tínhamos noticia ou conhecimento da arte difícil
e trabalhosa da (manipulação) da grande equipa.
Um cabal (técnico) nosso, só
um, tinha podido restitui-lo e fazê-lo funcionar, porque (o seu cérebro)
tinha a potência exacta e as suas palavras eram pronunciadas com a
entoação perfeita, que conseguia o equilíbrio que fazia funcionar até a
(trama) mais sensível que o nosso desconhecimento, como disse antes, foi
pouco a pouco destruindo com a terrível ajuda do tempo de um (clima)
inclemente e superior (a nível de temperatura). E finalmente não tivemos
nada daquilo que tinha de ser, nem ninguém que soubesse para dar
instruções sobre o tema e assim conseguir outras (comunicações).
O único (técnico) que entre
nós sobreviveu ao desastre, também se desfez passado o tempo, conseguindo
comunicar numa oportunidade. E então apressámo-los com o socorro
necessário da segunda (expedição). E cruzaram-se e misturaram-se as (ondas
e as) palavras como se se falassem línguas de compreensão impossível; e só
sabíamos que sairiam ou tinham saído. E que (na nave) viriam Phrom-Ekteo,
Xzhat-Zlhomótn, Atharz-Xhiash e outros, (que eram) mais de 200 e mais de
300…
Para isso nos reuníamos todos,
e já não éramos nem 20 nem 10, perante a grande equipa. E
concentrávamo-nos e pronunciávamos (as palavras) com a mesma modulação
(uníssonos) e depois esperávamos a desejada resposta que não voltava, que
não se repetiu nunca mais.