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De Tulán, La Lejana
XI. E mostravam ser muito bons (mestres) em tudo
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Sem duvida alguma os outros
daqueles povos são hábeis construtores e grandes artífices a quem devíamos
ensinar a nossa cultura. Começou, para lhes dar todo o nosso saber, porque
tínhamos de esperar pela segunda nave onde vinha a nossa sabedoria e os
meios para transmiti-la. Por isso começamos por ensina-los (a medir) o
tempo que assegurava o êxito dos cultivos, que também os ensinamos a
fazer. E a escrever da maneira mais simples para eles essas coisas todas.
E começamos por um meio muito primitivo que conhecemos através da história
antiga do nosso planeta e que era escrever com desenhos de papel. E nós já
sabíamos que era papel já esquecido em Tulán la Lejana.
E como não podíamos (produzir)
fazer bom papel, ensinamos-lhes a escrever em folhas de cortiça especial,
curtíamo-la e enfeitávamo-la em papel (de pergaminho). Ou então curtíamos
e enfeitávamos pele de animais. E assim começaram muito bem e em tudo o
que faziam mostravam ser mestres.
Hunab-Ku, Itzam-Na, Yum-Kax,
Chac-Uayeb e outros ensinaram-lhes a cultivar grãos na terra e também
outras indústrias e artes. E especialmente um dos grãos dos que trouxemos
de Tulán (na nave), pegou logo e foi maravilhoso para eles e para nós, era
o mha-itz. E fizeram-no desta maneira e chegaram a ser grandes mestres no
cultivo. E desde que o aprenderam foi sempre muito bom e principalmente a
sua manutenção e (colhendo) o mha-itz. E aprenderam também a estar
acostumados a andar e a trabalhar, desde manha até à noite sem descansar e
nem se cansavam.
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Kuk-Ulcán, que falava
pouco com poucas palavras, aquele que tinha sempre os olhos tão
longe como o horizonte, e o monte da sua barba como uma cascata de
mel. O profundo (filósofo) que entre nós ficou…
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Hunab-Ku |
“Hunab ou
Hunab-Ku, que foi pai de Itzamaná, o Júpiter Maia.” (…) Diz-se que
Itzamaná, foi o primeiro sacerdote, o inventor da escrita e dos
livros (testamento), que deu aos diferentes lugares de Yucatán o
nome com que se conhecem e que dividiu as terras nessa região. Estas
actividades, por natureza própria, indicam que o culto de Itzamaná
não teve origem em Yucatán. “ Na sua mão esquerda; Itzamaná sustém
alguma coisa parecida com uma lanterna ou uma bola de luz, segundo
aparece na lamina 29 do livro de Morley Op. cit. p.256. |
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