Quem Controla o Passado Controla o Futuro

“As pessoas sem o conhecimento do seu passado histórico, origem e cultura, são como uma árvore sem raízes.”Marcus Garvey

“Onde há paz há cultura. Onde há cultura há paz”Nicholas Roerich

Regressei, recentemente, do Brasil para inaugurar o Centro de Educação Galáctico num evento mágico, de cinco dias, intitulado: Retorno ao Tempo Sagrado.

No evento, revimos a Missão Original da Lei do Tempo e o Calendário das 13 Luas, bem como explorámos o Novo Contexto para o tempo acelerado em que agora nos encontramos. Os principais temas foram “Curando o Trauma Antigo” e “Recuperação da Memória” (que encontrará no próximo artigo).

Ao contemplar o sentido do que significa “Retorno ao Tempo Sagrado”, percebi que retornar indica uma “partida”.

De onde partimos nós?

Nós partimos da nossa Frequência Original.

Desviámo-nos para uma frequência artificial que nos leva a repetir loops de tempo e apaga a nossa memória. Esta frequência é reforçada diariamente por um ciclo de tempo mecanizado que não está em sincronia com nossa própria biologia.

Esta frequência artificial desconecta-nos do nosso corpo e é o ladrão da Memória que nos lança num estado de amnésia intermitente.

Retornar ao Tempo Sagrado é, desconectar da matriz de frequência falsa e reconectar com a Fonte.

Uma vez reconectado à frequência da Fonte, recuperamos a Memória de nossas origens cósmicas e nossos sentimentos naturais de Integridade e a inter reconexão retorna. Nosso coração abre-se e nós somos inundados com lindas e quentes sensações elétricas. Levanta o véu sobre a nossa percepção e vemos um novo mundo, que é mais bonito do que aquilo que imaginamos.

 

Quem Controla o Passado Controla o Futuro

 

Este mundo sempre existiu, mas temos que elevar a nossa frequência para o ver.  Vê-lo uma vez é o suficiente para sermos capazes de manter estas frequências mais altas, o mundo mudará, porque se trata de um mundo baseado na percepção colectiva.

Isto é o que significa o Retorno aos ciclos da Natureza. Este é o Tempo Sagrado.

Sabbats = Tempo Sagrado

Enquanto escrevo isto é Samhain, o Ano Novo Celta, que começa no primeiro dos 8 Sabbats.

Sabbats significa “Tempo Sagrado” e exprime as celebrações originais e sazonais de padrões da Natureza.

Retornar ao Tempo Sagrado é retornar aos ciclos da Natureza

“Quem controla o passado controla o futuro…”George Orwell, 1984

Muitos no caminho da Luz preferem não olhar para trás, o que é compreensível.

No entanto, para vibrar no Novo Futuro Positivo e alcançar a plenitude, é importante Compreender e Resolver as Distorções de Frequência Passada e rastrear eventos actuais de volta às suas origens, para que verdadeira cura a ocorra.

Então, em honra do Retorno ao Tempo Sagrado, senti-me recuperar a memória do Tribunal do Dia do Juízo Final que José Argüelles e sua esposa Lloydine realizaram em 1996.

O propósito deste Tribunal foi reconhecer formalmente e tornar consciente o erro e o “crime no tempo“, conhecida como a Doutrina de Descoberta, no edital Papal emitido em 1452 pelo Papa Nicholas V.

Este documento declara que se qualquer Cristão “descobrir” um terreno ou território possuído por não-Cristãos, que o Cristão tem o direito de expropriar os não-Cristãos dessa terra.

No entanto, neste sentido, “Cristão” refere-se exclusivamente à definição da palavra do Vaticano.

Vandir Casagrande, ex-promotor público da cidade de São Paulo, leu os “Crimes do Milénio”. Estes “crimes” incluíam a Doutrina de Descoberta, o genocídio das culturas do Mundo Novo, a queima (ou roubo) do conhecimento do tempo Maya e a instituição do calendário Gregoriano, sobre todos os povos conquistados. o padre Acosta concordou que, de facto, o Vaticano tinha cometido esses crimes contra a humanidade.

Não só fez a liderança da Doutrina da Descoberta para a destruição do conhecimento do tempo Maya, mas também roubou o tempo e a cultura de inúmeras tribos indígenas ao redor do mundo. Notámos também que todos nossos “feriados” se baseiam nos 8 Sabbats originais, que posteriormente foram aceites e demonizados como rituais pagãos pela Igreja Católica e agora são frequentemente vendidos como “calendários das bruxas”.  (Pesquise sobre a origem pagã de feriados, bem como sobre o Concílio de Niceia).

Este crime contra a humanidade foi institucionalizado pelo calendário Gregoriano, impondo modos e costumes ocidentais aos os indígenas e minorias; um genocídio cultural que ainda hoje acontece.

“Há um enorme alívio, bem como a raiva e tristeza, quando as pessoas percebem que sem uma cultura não só se é um escravo, como também se colabora com o traficante de escravos, e que as consequências têm sido duradouras e devastadoras, estendendo-se através das gerações.”Wangari Maathai, o Desafio para África

Até que o problema ou “Karma” do passado seja resolvido, continua a repetir-se num loop de tempo.

 

Crime no Tempo

Num livreto para o evento do Tribunal, José escreveu que esta Doutrina da Descoberta foi um crime contra a humanidade, pois priva os outros do que naturalmente é deles.

Note que em 2014, os 13 Anciãos Indígenas também foram ao Vaticano com um pedido para revogar a Doutrina, mas sem sucesso.
http://nativeamericanresources.blogspot.com/2014/10/what-is-papal-bull.html

José escreveu:

Sem ninguém para questionar o direito do Vaticano à Europa, de expropriar os outros das suas terras, nem do genocídio que tinham cometido por meio de políticas de colonialismo, a ordem mental Europeia 12:60 chegou para dominar totalmente a ordem mental do planeta.

Qualquer ordem mental estabelecida na intenção criminosa e num erro de tempo fundamental, não pode ter nenhuma esperança de redenção.

As intenções da Doutrina da Descoberta foram testadas em 1492, com a missão de Cristóvão Colombo, apoiada pelo Vaticano, que navegou para o oeste em nome da rainha Isabel e do Rei D. Fernando. Este mesmo ano, 1492, também está marcado pela expulsão do Islão da Península Ibérica e da Europa em geral, numa batalha que o Vaticano vinha travando, há oito séculos.

A “Doutrina da Descoberta” e a luta contra o Islão são aspectos inseparáveis de um tipo de “política externa” que prevalece até hoje nas estratégias de domínio do Departamento de Estado dos EUA e da sua estrutura de aliança monetária G-7 .

No numa geração, foi cometido um dos actos, mais espetaculares, de genocídio cultural de toda a história. Guerra e doença dizimaram as populações de duas grandes regiões civilizadas do Novo Mundo: Mesoamérica e Andes.

Os registos demonstram que os exércitos invasores não procuraram nenhum verdadeiro diálogo com os “não-Cristãos” e de facto, sempre que possível, destruíram todas as bases de conhecimento indígenas, incluindo o massacre daqueles que eram considerados conhecedores ou sábios.

No século da sua declaração, a Doutrina de Descoberta mudou e mapeou a face de todo o globo. O que inicialmente tinha sido avançado pelo Vaticano e seus fiéis reinos de Espanha e de Portugal espalhou-se por outros países europeus, nomeadamente a França, a Inglaterra e a Holanda, que se juntaram na competição gerada pela Doutrina de Descoberta. Terras, três, quatro ou cinco vezes maiores que a massa terrestre Europeia foram “descobertas” e forçosamente apropriadas em nome de “Cristãos” da Europa.

Com tão grande generosidade espalhando diante deles, os Cristãos instituíram o comércio de escravos africanos em 1555, a fim de ter uma população para trabalhar a “nova” terra conquistada pela força ou decepção de outra raça que estava em processo de extermínio.

Este acto incriminatório da Doutrina de Descoberta em nome do domínio da frequência de tempo e de sistemas de crença erróneos, em geral dos conquistadores europeus, foi a destruição (ou roubo) em 1562 das bibliotecas mayas em Izamal, Yucatan.

Este acto selou o Apocalipse “Maya”: Viver um erro no tempo, a inevitável consequência kármica de privar o mundo do conhecimento da ciência do Tempo, foi a criação da bolha do tempo mecanicista, artificial da civilização industrial: a ilusão de poder material, encarnado por Mammon, o insaciável Moloch.

1582, dez anos após a queima (ou confisco) dos livros mayas, o Papa Gregório XIII pôde consolidar numa escala global, o que tinha sido iniciado pelo Papa Gregorio I, “o Grande”, um milênio antes: a Reforma do Calendário Gregoriano, que deu à Terra, agora amplamente conquistada, a sua presente medida padrão de tempo.

A perfeição do relógio mecânico em simultâneo com a missão de conquistar o mundo, só garantiu a ilusão de domínio sobre os outros e sobre a própria Natureza.


Texto de Stephanie South a.k.a Red Queen, publicado em:
https://1320frequencyshift.com/

 

 

 

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *