O Calendário e a Lei do Tempo

O calendário das 13 Luas e a Lei do Tempo abrem a porta do próximo estágio de evolução.

13 Baktun

A Lei do Tempo é o conhecimento de todo o sistema, o que significa que é tanto intuitivo quanto lógico e resulta da premissa de que o todo está na parte e que a parte está no todo.

A Lei do Tempo torna consciente o que antes era inconsciente. A humanidade era inconsciente dos efeitos de um calendário irregular e da mecanização do tempo.

A Lei do Tempo espalha luz sobre esses problemas e oferece uma solução.

O calendário das 13 Luas é a aplicação prática da Lei do Tempo. A Mudança de Calendário tornará todos conscientes do tempo.

Apesar de enraizada no conhecimento do tempo da antiga civilização Maia, e precisamente por esta razão, a Lei do Tempo é a revelação de que é destinada a fechar o ciclo da história (2012) com um conhecimento que tem sido intuitivo e grandemente dormente até este momento.

O tempo não é somente uma medição de ciclos, mas também o factor universal de sincronização. O principal instrumento pragmático da Lei do Tempo é o calendário das 13 Luas.

A base do calendário das 13 Luas, a Lei do Tempo, estabelece sistematicamente níveis de sincronização e conhecimento. A Lei do Tempo também estabelece uma diferença entre a frequência de tempo artificial 12:60, em que se baseia toda a civilização moderna, e a frequência de tempo universal natural 13:20.

A partir disso, surge um conhecimento evoluído sobre o tempo cíclico, a ordem sincrónica e os níveis de conhecimento quadrimensional – todos girando em torno de um ponto: obedecer a uma ordem de tempo correcta e matemática – o calendário das 13 Luas.

Um Calendário de 13 Luas é a forma lógica e natural de contar a passagem do ciclo anual de 365 dias.

O ano é dividido em 13 meses, tendo cada um deles 28 dias certos, em vez de 12 meses que têm 28, 29, 30 e 31 dias. São 13 luas de 28 dias cada uma, somando 364 dias, e mais 1 “dia-fora-do-tempo”, um dia para celebrações e perdão, para assinalar o término de um ano, e dar as boas-vindas ao que se lhe segue.

Diferente do calendário de 12 meses, que não corresponde a nenhum ciclo natural, o calendário das 13 luas é “um calendário solar-lunar” porque 365 dias é quanto a Terra demora para completar uma volta em torno do Sol (o aspecto solar) e 28 dias é o período médio dos movimentos sinoidal e sideral da Lua (o aspecto lunar).

O ciclo anual não começa a 1 de Janeiro mas, sim, a 26 de Julho; este é o dia 1 da Lua 1.

As datas correlatas são fixas; o dia 1 de Janeiro, por exemplo, corresponderá sempre ao dia “20, Lua Rítmica”, que é o 20º dia da 6ª lua.

Registado em todo o mundo por povos de diferentes culturas e crenças, este calendário de 13 Luas é proposto como harmoniosa alternativa ao irregular e não-natural calendário de 12 meses que correntemente serve como padrão para a medição da passagem do tempo.

O Calendário das 13 Luas é a dispensação das sabedorias e das ciências antigas para o mundo actual

Estes códigos, estes números e estes ciclos, eram conhecidos dos videntes cósmicos que habitavam na Terra e, agora, por nós, na medida em que voltarmos a despertar este conhecimento, no interior das nossas células vivas.

Considerando que os antigos Maia tinham mais de 17 calendários e que os Maia da Guatemala dos nossos dias seguem uma versão distinta (se bem que relacionada) desta contagem, seria impreciso dizer que isto é o calendário Maia.

Se bem que o Calendário do Tempo Natural das 13 Luas integre os padrões e os códigos antigos encontrados na Ciência do Tempo dos Maia, essas Matemáticas são, em si, reflexos universais – e não Maia – da ordem cósmica. Por isso, tecnicamente, dir-se-á não que este calendário é o Maia mas que está sincronizado com os calendários Maia.

O Calendário das 13 Luas tem por base a ciência do tempo da Natureza, da qual os Maia tinham conhecimento e guardaram registo. Pelo facto de estes padrões energéticos ocorrerem universalmente, apresentam-se como ciclos de tempo e também como oráculos divinatórios da quarta dimensão.

Os reconhecidos Maia do Período Clássico (435-830 dC) registaram a mais extensa e precisa ciência de contagem do tempo conhecida na Terra. Traçaram os ciclos concorrentes de todos os corpos celestes e calcularam datas, tanto para o passado como para o futuro, com surpreendente precisão.

A sua ciência cósmica era tão perfeita na reflexão das Leis Universais da Natureza que os seus padrões correspondem a inumeros outros sistemas harmónicos, desde os calendários de 13 luas dos Inka e dos Druidas, o I Ching dos Chineses, a forma espiralóide da galáxia, a arquitectura do nosso corpo no que respeita aos 20 dedos e às 13 articulações, até ao código do nosso ADN.

Não se trata de um calendário lunar. Na verdade ele é um calendário galáctico-solar-lunar.

Os calendários lunares são relativos ao ciclo da Lua, que se formam de duas partes distintas: uma é o ciclo sinoidal (de Lua Nova a Lua Nova) de 29,5 dias (no qual se baseia a maior parte dos calendários lunares), e a outra é o ciclo sideral (medido a cada passagem da lua pelo mesmo ponto do céu) e que tem a duração de 27,33 dias.

Dado que nenhum destes ciclos serve para medir com precisão o ciclo solar de 365 dias (um ano de 12 revoluções sinódicas são só 354 dias), o número de 28 dias é usado como média entre os dois ciclos lunares descritos.

Treze meses de 28 dias cada é igual a 364 dias; com um dia mais, fora-do-tempo, dá 365 dias.

Desta feita, as treze “luas” do calendário não se contam a partir da Lua Nova, como acontece nos calendários lunares comuns, mas o uso de um padrão de 28 dias sincroniza-nos com as revoluções da Lua.
Enquanto que o número 12 representa o círculo, 13 representa a espiral contínua.

Enquanto que o 12 representa a estagnação que a si mesma se perpetua – a mais alta complexificação da forma material – 13 representa circulação, a força da transcendência e do ir além. Treze tem o significado de ratio cósmico do Tempo como força do movimento universal.

Até nos nossos corpos são as nossas 13 articulações (os 2 tornozelos, os 2 joelhos, as 2 ancas, os 2 pulsos, os 2 cotovelos, os 2 ombros e o pescoço) que nos proporcionam a faculdade do movimento.

Transformado em tabú devido à sua associação com as 13 luas e os 13 ciclos anuais da fertilidade na mulher, o número 13 veio a ser considerado azarento, associado mesmo à bruxaria e à feitiçaria.

O 13 representa, na verdade, o estado de interrelacionabilidade, a presença que unifica os movimentos da vida como uma orquestra mágica.

O 13 patenteia-se nas carapaças das tartarugas – 13 luas em movimento que reflectem os 13 tons da criação – o movimento da galáxia, a espiral que se vai transmutando em formas biológicas de vida.

O calendário de 13 luas de 28 dias tem estado em uso ao longo dos últimos 5000 anos.

Das contagens dos Inka à dos Druidas, dos Egípcios, dos Essénios, dos Maia, dos Polinésios; o calendário de 13 luas foi usado ao longo da pré-história como padrão de harmonia.