O que é um Calendário de 13 Luas?

Um Calendário de 13 Luas é a forma lógica e natural de contar a passagem do ciclo anual de 365 dias. O ano é dividido em 13 meses, tendo cada um deles 28 dias certos, em vez de 12 meses que têm 28, 29, 30 e 31 dias. São 13 luas de 28 dias cada uma, somando 364 dias, e mais 1 "dia-fora-do-tempo", um dia para celebrações e perdão, para assinalar o término de um ano, e dar as boas-vindas ao que se lhe segue.

Diferente do calendário de 12 meses, que não corresponde a nenhum ciclo natural, o calendário das 13 luas é "um calendário solar-lunar" porque 365 dias é quanto a Terra demora para completar uma volta em torno do Sol (o aspecto solar) e 28 dias é o período médio dos movimentos sinoidal e sideral da Lua (o aspecto lunar).

O ciclo annual não começa a 1 de Janeiro mas, sim, a 26 de Julho; este é o dia 1 da Lua 1. As datas correlatas são fixas; o dia 1 de Janeiro, por exemplo, corresponderá sempre ao dia "20, Lua Rítmica", que é o 20º dia da 6ª lua.

Registado em todo o mundo por povos de diferentes culturas e crenças, este calendário de 13 Luas é proposto como harmoniosa alternativa ao irregular e não-natural calendário de 12 meses que correntemente serve como padrão para a medição da passagem do tempo.

O Calendário das 13 Luas é a dispensação das sabedorias e das ciências antigas para o mundo actual. Estes códigos, estes números e estes ciclos, eram conhecidos dos videntes cósmicos que habitavam na Terra e, agora, por nós, na medida em que voltarmos a despertar este conhecimento, no interior das nossas células vivas.

 

Para quê mudar de calendário? O que é que está mal no calendário que temos?

Em 'Campanha Para O Novo Tempo', o Dr José Argüelles escreve:

"Mudar o calendário é mudar a própria história… Se escolhermos o Calendário de 13 Luas, a nossa espécie operará segundo um ciclo que corresponde ao ciclo biológico da mulher. Acertaremos a nossa vida diária por um calendário perpétuo que soltará a nossa mente nos domínios das normas telepáticas que são próprias da frequência temporal universal 13:20. Descobriremos que esta ferramenta sincroniza o calendário lunar com outros calendários em uso, de acordo com uma harmonia matemática previamente insuspeitada. Soltos no seio de um estado de consciência inteiramente novo, depressa nos daremos conta de tecnologias que são mentais, ao invés de materiais, na sua natureza. Uma ordem sincrónica de vida humana unificará o planeta.

"Será um calendário qualquer coisa mais do que apenas um utensílio para agendar pagamentos de dívidas (as calendas)? Não será ele um instrumento de sincronização? A harmonia ou desarmonia do tempo é assunto profundo, enraizado no instrumento de reconhecimento do tempo que nós usamos. Pouca dúvida existirá relativamente ao facto de que vivemos hoje mais num tempo de caos do que de harmonia. É-nos possível afirmar também, no que diz respeito aos efeitos que os padrões de medição têm nas nossas mentes, que o caos do tempo está entranhado no calendário que usamos. Se é suposto deixarmos este tempo de desordem e entrar num tempo de harmonia, temos de trocar o instrumento no qual o caos está impregnado por um outro que é o modelo verdadeiro da harmonia - a contagem das 13 luas de 28 dias.

"O calendário Gregoriano, o actual padrão global civil é, sem dúvida, a base do movimento da globalização… Só uma espécie cuja sensibilidade à passagem do tempo tenha sido capturada por instrumentos de medição artificiais é que poderia tornar-se alienada ao ponto de produzir a charada do "mundo veloz"; uma civilização em que o dinheiro e o avanço tecnológico se sobrepõem à sensibilidade humana e à ordem natural. É para a correcção deste momentum destructivo que todos os esforços para a reforma do calendário devem ser dirigidos."

O domínio global do nosso calendário de negócios, de 12 meses, resulta de séculos de conquistas imperialistas.

Modificado, por último, pelo Papa Gregório XIII em 1582, o "calendário Gregoriano" é, neste momento, um padrão mundial porque este sistema o forçou no seio dos povos indígenas conquistados que perderam não só as suas terras como também a sua liberdade religiosa. O calendário Gregoriano constitui uma apresentação do tempo que é arcaica. É um produto dos seus predecessores: o calendário de Júlio César e o anterior "calendas" (os prazos para os pagamentos dos impostos) do Império Romano.

Guardando o poder de um sacerdócio patriarcal e de um sistema económico neo-feudal, este calendário - através da nossa adesão à sua sistemática desarmonia - programa-nos para que perpetuemos um estilo de vida do tipo "tempo é dinheiro".

Consumo, em vez de criatividade; mercado, em vez de moral; estamos num caminho que não nos conduz a um futuro promissor. Sabendo agora que fomos iludidos por uma compreensão falsa do tempo é nossa responsabilidade e nosso direito explorar e reclamar a nossa verdadeira relação com o Tempo.

 

O que é uma Assinatura Galáctica? Como é que descubro a minha?

De acordo com o Encantamento do Sonho, que é a moderna aplicação da antiga contagem do tempo dos Maia, cada dia é rubricado por uma "Assinatura Galáctica" que é uma porta singular caracterizada por energias únicas que se representam por símbolos, números, cores, e palavras-código. Há 260 assinaturas distintas. Cada assinatura galáctica carrega um dos 13 Tons da Criação, e uma das 20 Tribos Solares. Os 13 tons e as 20 tribos em conjunto formam a matriz do Tzolkin (13x20=260) - o calendário sagrado da Criação, para os Maia.

Qualquer pessoa pode saber qual é a sua assinatura galáctica ou a de amigos, ou a de familiares seus em Bússola Galáctica.

Depois de a ter identificado, quanto mais questões lhe puser mais ela revelará dos seus poderes e da sua presença. No seu todo, as energias dos 260 kins ajudam-nos a ver o quadro da vida como uma acção concertada das forças e dos padrões universais. À medida que exploramos e vivemos atentos a estas energias, experimentamos o desdobrar da nossa própria evolução no nosso dia-a-dia.

 

Ouvi falar da profecia Maia de 2012. O que é que irá acontecer?

Boa pergunta! De acordo com os calendários dos Maia o dia 21 de Dezembro de 2012 é uma conjunctura crítica que indica o ponto de conclusão de um ciclo de 26.000 anos, no processo evolutivo do Homo Sapiens. No Solestício do Inverno de 2012, o Sol do meio-dia terá alinhados o ponto de cruzamento da sua elíptica com o equador galáctico, enquanto que muito próximo se achará de um alinhamento com o exacto centro da nossa galáxia.

O antropologista Carlos Barrios entrevistou cerca de 600 anciãos Maia tradicionais e partilha do conhecimento deles relativamente ao término deste ciclo. Ele diz que "O mundo não vai acabar. Vai ser transformado… Tudo mudará… A mudança acelera agora, e continuará a acelarar… Se as gentes da Terra conseguirem chegar a esta data de 2012 em boa forma, sem terem destruído demasiado o planeta, subiremos para um nível novo, mais alto. Mas para lá chegar temos de transformar forças enormemente poderosas que procuram bloquear o caminho… A humanidade perseverá, mas numa forma diferente. As extructuras materiais mudarão. E daí teremos a possibilidade de ser mais humanos…

"O nosso planeta tanto pode ser renovado como devastado. Está na altura de acordar e agir… As mudanças profetizadas vão ter lugar, mas será a nossa atitude que irá determinar quão violenta ou suavemente elas se farão. Este momento é crucialmente importante para a humanidade e para a Terra. Cada pessoa é importante. Encarnar nesta época significa trabalho espiritual a desenvolver para o equilíbrio do planeta… A sabedoria maior está na simplicidade. Amor, respeito, tolerância, partilha, gratidão, perdão. Não é complexo; não é elaborado. O verdadeiro conhecimento é de graça. Está codificado no teu AND. Tudo o que necessitas está dentro de ti. Grandes ensinadores o têm dito deste o princípio. Acha o teu coração e acharás o teu caminho."

Moira Timms escreve: "É a Unificação e a Compleição de todos os ciclos naturais, culturais, religiosos e proféticos - a ponta da cauda da Era de Peixes está sobre nós, tal como o está o Quinto Mundo da MesoAmérica e a Kali Yuga dos Hindus, todos aninhados dentro da culminante revolução do Grande Ano."

Reflitamos na profecia de Pacal Votan: "Se a humanidade quiser poupar-se dos efeitos da destruição da bioesfera, tem de voltar a viver no tempo natural." A evolução é-nos apresentada, mas deixada à nossa responsabilidade, já que somos nós que - aqui, agora e durante os próximos 10 anos -, estamos a viver o desenrolar daquela profecia. "Acordar agora" é começar a modificar a nossa consciência do dia-a-dia através de coisas práticas, simples, tais como a adopção do calendário de 13 luas.

Quanto mais atentamente escutarmos, mais visão interior teremos - talvez - da face desta Era de Mudança Mundial. Ao acordarmos para a nossa própria, verdadeira, consciência, mais claro reflexo seremos nós do estado de interrelação com que o futuro radialmente atinge o Agora. Coordenemo-nos, tanto nos planos exteriores da existência como nos interiores, para a aurora da sincronização galáctica!

 

Isto é o Calendário Maia?

Considerando que os antigos Maia tinham mais de 17 calendários e que os Maia da Guatemala dos nossos dias seguem uma versão distinta (se bem que relacionada) desta contagem, seria impreciso dizer que isto é o calendário Maia. Se bem que o Calendário do Tempo Natural das 13 Luas integre os padrões e os códigos antigos encontrados na Ciência do Tempo dos Maia, essas Matemáticas são, em si, reflexos universais - e não Maia - da ordem cósmica. Por isso, tecnicamente, dir-se-á não que este calendário é o Maia mas que está sincronizado com os calendários Maia. O Calendário das 13 Luas tem por base a ciência do tempo da Natureza, da qual os Maia tinham conhecimento e guardaram registo. Pelo facto de estes padrões energéticos ocorrerem universalmente, apresentam-se como ciclos de tempo e também como oráculos divinatórios da quarta dimensão.

Os reconhecidos Maia do Período Clássico (435-830 dC) registaram a mais extensa e precisa ciência de contagem do tempo conhecida na Terra. Traçaram os ciclos concorrentes de todos os corpos celestes e calcularam datas, tanto para o passado como para o futuro, com surpreendente precisão. A sua ciência cósmica era tão perfeita na reflexão das Leis Universais da Natureza que os seus padrões correspondem a inumeros outros sistemas harmónicos, desde os calendários de 13 luas dos Inka e dos Druidas, o I Ching dos Chineses, a forma espiralóide da galáxia, a arquitectura do nosso corpo no que respeita aos 20 dedos e às 13 articulações, até ao código do nosso ADN.

 

Isto é um calendário lunar? Por que é que a contagem das luas não começa a cada Lua Nova?

Não se trata de um calendário lunar. Na verdade ele é um calendário galáctico-solar-lunar. Os calendários lunares são relativos ao ciclo da Lua, que se formam de duas partes distintas: uma é o ciclo sinoidal (de Lua Nova a Lua Nova) de 29,5 dias (no qual se baseia a maior parte dos calendários lunares), e a outra é o ciclo sideral (medido a cada passagem da lua pelo mesmo ponto do céu) e que tem a duração de 27,33 dias.

Dado que nenhum destes ciclos serve para medir com precisão o ciclo solar de 365 dias (um ano de 12 revoluções sinódicas são só 354 dias), o número de 28 dias é usado como média entre os dois ciclos lunares descritos. Treze meses de 28 dias cada é igual a 364 dias; com um dia mais, fora-do-tempo, dá 365 dias. Desta feita, as treze "luas" do calendário não se contam a partir da Lua Nova, como acontece nos calendários lunares comuns, mas o uso de um padrão de 28 dias sincroniza-nos com as revoluções da Lua

 

Qual é o significado do número 13?

Enquanto que o número 12 representa o círculo, 13 representa a espiral contínua.

Enquanto que o 12 representa a estagnação que a si mesma se perpetua - a mais alta complexificação da forma material - 13 representa circulação, a força da transcendência e do ir além. Treze tem o significado de ratio cósmico do Tempo como força do movimento universal. Até nos nossos corpos são as nossas 13 articulações (os 2 tornozelos, os 2 joelhos, as 2 ancas, os 2 pulsos, os 2 cotovelos, os 2 ombros e o pescoço) que nos proporcionam a faculdade do movimento.

Transformado em tabú devido à sua associação com as 13 luas e os 13 ciclos anuais da fertilidade na mulher, o número 13 veio a ser considerado azarento, associado mesmo à bruxaria e à feitiçaria. O 13 representa, na verdade, o estado de interrelacionabilidade, a presença que unifica os movimentos da vida como uma orquestra mágica. O 13 patenteia-se nas carapaças das tartarugas - 13 luas em movimento que reflectem os 13 tons da criação - o movimento da galáxia, a espiral que se vai transmutando em formas biológicas de vida.

 

Houve outras culturas a seguir o calendário de 13 luas?

Sim! O calendário de 13 luas de 28 dias tem estado em uso ao longo dos últimos 5000 anos.

Das contagens dos Inka à dos Druidas, dos Egípcios, dos Essénios, dos Maia, dos Polinésios; o calendário de 13 luas foi usado ao longo da pré-história como padrão de harmonia.

 

Por que não usamos nós um calendário de 13 luas?

Não existe resposta satisfatória para este questão, apesar de parecer que os ditames das organizações religiosas constituem o obstáculo maior, ao lado do status quo social que parece inconscientemente determinar os programas pelos quais operamos neste nível de realidade. Um pouco da história recente sobre este assunto: em 1933, a Liga das Nações votou a favor da adopção, a nível mundial, de um calendário de 13 luas, reconhecendo tanto a sua fiabilidade como o seu teor de continuidade. Ao 13º mês chamar-se-ia "Trizembro". No entanto, antes da sua implementação, o Vaticano conseguiu criar uma onda de cepticismo capaz de gerar oposição à sua aceitação. Foi argumentado, ironicamente, que a interrupção de uma semana de 7 dias para o dia sem tempo causaria calamidade e conduziria à guerra. Hoje há comunidades que, à volta do mundo, se juntam nesse dia (25 de Julho) para activar o tema "Paz Planetária através da Cultura!".

Esforços no sentido da reforma do calendário continuaram até 1956. Desde 1992 vêm a ser continuados pelo Movimento Mundial de Paz e de Mudança para o Calendário de 13 Luas - Rede Arte Planetária.

 

Porque é que o Ano Novo é a 26 de Julho?

O facto de essa data ser a do Novo Ano tem base numa data que se relaciona tanto com o Encantamento do Sonho como com uma profecia dos Chilam Balam; ela corresponde à subida da estrela Cão, de Sírio, em companhia do Sol, o que ocorre anualmente a 26 de Julho. Este auspicioso alinhamento de Sírio com o Sol - que marca também o início do novo ano do calendário de 13 luas do egípcio Thot - assegura a propagação de luz e de informação em abundância, sobre a Terra. Sendo a estrela fixa mais brilhante do céu, Sírio é há muito vista como ligação a um estado de consciência de uma dimensão mais elevada que auxilia a acelaração da evolução do nosso planeta e que está associada ao Princípio Feminino do Divino

 

O que é o Dia fora do Tempo?

O Dia fora do Tempo, anualmente lembrado com festivais desde 1992 a nível global, cai sempre a 25 de Julho. No Calendário de 13 Luas, este dia não é dia de mês nem dia de semana. Está entre o dia que fecha um ano (24 de Julho) e o dia que abre o ano seguinte (26 de Julho). Este dia é dedicado a festividades e à comunidade, à volta do planeta. Os pontos focais são: parar o trabalho de todos os dias e atestar a verdade que afirma que "O Tempo é Arte!", Paz Planetária através da Cultura, perdão, reparação, livrança de dívidas, purificação, a Arte da Paz, a liberdade de estar vivo. É uma oportunidade para se vivenciar verdadeira intemporalidade e amorosa bondade. Quer seja em reuniões públicas ou em círculos privados, este dia é uma catalítica rampa de lançamento para o ano que vai entrar, uma espevitação da presença telepática, e uma forma perfeita para convidar pessoas à harmonia do Calendário das 13 Luas.

 

Que comparações se fazem entre o calendário de 13 Luas e o de 12 meses?

O ano de 13 luas é preferível porque traz em si a regularidade e a consistência dos ciclos da Natureza. A sua contagem de 28 dias proporciona uma bitola perfeita para os negócios e para as necessidades individuais. A aplicação cronológica do calendário das 13 luas é a mesma com a qual estamos já familiarizados. Continua a haver 7 dias numa semana e 52 semanas num ano. No entanto, em vez de se usar 12 meses irregularmente medidos, e com nomes como "Novembro" e "Dezembro" (que significam "nove" e "dez" - reminiscências do calendário Romano de 10 meses) usam-se nomes como "Harmónica" e "Rítmica" (que significam 5ª e 6ª luas). Esses nomes denotam as qualidades de cada lua, as quais coordenam os nossos percursos anuais com os princípios organizadores de Lei do Tempo, proporcionando-nos novos pontos de referência para a percepção do fluxo do tempo.

 

Como é que se relacionam o Tzolkin e o calendário das 13 luas?

Dentro do calendário das 13 luas existe um padrão de um período de 52 anos, no qual nenhum dia se repete nunca. Conhecido coma "a mutante intercepção do tempo", a energia do dia é o produto de um ciclo de 260 dias (o Tzolkin) perpetuamente fluindo ao longo do ciclo de 365 dias-13 luas. Tzolkin, que quer dizer "Contagem Sagrada", também é designado como "calendário do Giro Galáctico". Este período é um ciclo harmónico base; um denominador numérico comum das órbitas do Sol, da Lua, da Terra, de Marte, de Mercúrio e de Vénus. Espelha também o período da gestação dos humanos: 9 meses, aproximadamente. Duzentos e sessenta é também um fractal do ciclo de 26 000 anos de evolução do Homo Sapiens - o ciclo da precessão dos equinócios e da órbita do nosso Sol à volta da estrela central da constelação de Pleiades, Alcione. O calendário de 13 luas reflecte o ritmo biológico annual dos ciclos de fertilidade na mulher, que são de 28 dias. Ao perceber-se a interelação destes dois ciclos primários está-se a canalizar as energias da quarta dimensão do Tzolkin para os ritmos da terceira dimensão do ano de 13 luas.

Assim, estamos a trabalhar com um calendário lunar-solar-galáctico, conscientemente ligando o Cosmos à Terra, enquanto os nossos receptores humanos completam o circuito.

 

Ouvi falar de duas contagens: a 'Contagem do Encantamento do Sonho' e a 'Contagem Longa dos Maia'. Explique, por favor!

A contagem apresentada neste site é a do Encantamento do Sonho. O Dr José Argüelles, mensageiro do Encantamento do Sonho, elucida acerca desta questão:

"A contagem do Encantamento do Sonho baseada na sincronização com a data de 26 de Julho do calendário Gregoriano é uma expressão precisa da única tradição profética registada dos Chilam Balam - os sacerdotes do Jaguar, das terras baixas do Yucatão Maia. A contagem longa, dita Quiche ou dos Maia, representa a ordem cronológica do tempo… como tal, é uma interpretação linear do Tzolkin, o calendário sagrado… O propósito da contagem dos Chilam Balam foi o estabelecimento de uma base para a compreensão da existência da ordem sincrónica do tempo, completamente à parte do que geralmente é designado por Contagem Longa, a contagem linear dos dias (3113 aC - 2012 dC). A ordem sincrónica é complementar a esta interpretação linear, mas introduz o humano à ordem radial das dimensões mais elevadas… O sistema de sincronização do Encantamento do Sonho é designado por 'cuceb', que literalmente significa 'esquilo' ou 'aquilo que gira'. O Chilam Balam Cuceb - revisto como a Contagem do Encantamento do Sonho - e a contagem Tradicional que é seguida pelos Maia das Terras Altas da Guatemala diferem, na sua relação, em 50 dias (entre a data actual e 2004). A contagem Tradicional é designada por 'Oxlajuj Aipop' e é mantida pelos Quiche, Cakchiquel, e Pocomam. Podemos agora definir a contagem Tradicional como sendo a dos Maia indígenas, e a do Encantamento do Sonho/Chilam Balam, como a dos Maia galácticos… Estas duas contagens constituem, na realidade, uma aliança profética… Não existe conflito entre elas… A Lei do Tempo abarca ambas, na ordem da verdade da quarta dimensão.

 

As luas de 28 dias continuam a ter semanas?

O mês de 28 dias enfatiza a perfeição do padrão 4 X 7, validando a lógica natural do ciclo semanal. As 4 semanas representam as Quatro Direcções; a primeira semana é Vermelho (Este) - a força da iniciação - , a segunda é Branco (Norte) - a força para refinar -, a terceira é Azul (Oeste) - a força da transformação -, e a Quarta é Amarelo (Sul) -, a força para o amadurecimento. E cada dia da semana está alinhado com cada um dos 7 chakras (os centros energéticos do corpo humano) e correspondem a símbolos do "plasma radial". Para os pormenores consulte o calendário.

 

E o ano bissexto?

Nem os astrónomos concordam no que diz respeito à medição precisa do ano solar. O nosso ano é de 365,2421896698 dias, aproximadamente. É para este quarto de dia extra que o 29 de Fevereiro faz figura de solução, tentando assegurar que o calendário de 12 meses se mantenha alinhado com as estações do ano e que não dessincronize (o que historicamente se verifica porque a Primavera chega mais cedo a cada ano que passa). Esta solução - a arbitrária inserção de um dia extra em cada ano que seja divisível por 4 (como 1964), excepto naqueles que completam o século, que por sua vez deve ser divisível por 400 (como 2000) - é um remédio fabricado pelo homem que produz anos de 366 dias. Esta não é a única forma de lidar com o quarto de dia em questão. Na verdade, o que acontece é que esta solução do 29 de Fevereiro interfere com a harmoniosa progressão do calendário de 13 luas, que é a real medida dos ritmos biológicos naturais e dos movimentos cíclicos. Por isto é que, no calendário das 13 luas, o dia 29 de Fevereiro dos anos bissextos não é contado como dia da semana, nem no na contagem do Tzolkin é ele incluído. (Em vez disso, ele é tomado como um dia vazio - 0.0.Hunab Ku). A solução alternativa que propomos é contabilizar a variação do quarto de dia de forma harmoniosa. Por outras palavras: num período de 52 anos há 13 anos bissextos. Em vez de se ter um dia extra em cada 4 anos, por que não termos um jubileu de 13 dias fora-do-tempo, a cada 52 anos - 13 dias para um festival de Paz através da Cultura! Esta opção preserva os padrõess integrais do calendário das 13 luas, mantendo daí o alinhamento com a lógica da natureza.

(Actualmente, uma vez que é observado o ano bissexto, cada um desses ano retira um dia em cada 13 dias da onda-encantada-fora-do-tempo, agendado para 2039).

O Dr José Argüelles explica: "Acomodar o dia 29 de Fevereiro subtrairia um dia à contagem dos Detentores-do-Ano, subvertendo a harmonia do sistema das 13 luas. Pela revisão dos textos dos Chilam Balam se torna claro que o dia extra do ano bissexto nunca era considerado; muito menos figurava na contagem dos Detentores-do-Ano. Assim, estes asseguravam e mantinham a harmonia do sistema, no qual cada período de 52 anos é igual a 73 giros galácticos do Tzolkin, nenhum dia se repete e os 18.980 dias do ciclo inteiro se voltam a ver a cada 52 anos, num movimento de tempo em espiral ascendente.

 

Que benefícios pessoais me advirão da adopção do calendário de 13 luas?

Consciência aumentada, sentido de orientação interior, acentuada harmonia com o fluxo da vida e a tranquilidade dos ritmos pessoais próprios e reais, aumentado sentido de telepatia, acrescentada experiência de sincronicidade e de alinhamento, participação numa família global de gente que desperta, entrusamento do campo bio-magnético e do circuito electro-químico pessoais com os da Terra e do Espaço, consciente ligação dos nossos corações com a mão equilibrada da Natureza. Tal como diz John Major Jenkins: "Quando se segue a pista do Tzolkin e a contagem de dias de 13 X 20 durante tempo suficiente, observando cuidadosamente como é que eles padronizam acontecimentos do nosso dia-a-dia, começa-se a ver como é que eventos aparentemente sem ligação - tanto no espaço como no tempo - estão na verdade muito estreitamente ligados entre si".

 

O que é a Rede Arte Planetária?

É gente como você que, em conjunto, trabalha como uma organização descentralizada de grupos bio-regionais coordenados no tempo pela Contagem das 13 Luas. Promovendo tudo o que contribua para o avanço da nossa evolução espiritual, o nosso objectivo principal é espalhar o conhecimento da Lei do Tempo e substituir o calendário Gregoriano dos 12 meses pela Contagem das 13 Luas de 28 Dias. A nossa meta é a activação do potencial humano em harmonia com a Natureza. É nosso papel ajudarmo-nos uns aos outros durante estes tempos de transição, de modo que possamos continuar a navegar com cada vez mais lucidez. Como colectividade planetária, com participantes de todas as línguas, estamos unidos pela linguagem simbólica da ordem da Natureza. Honramos a lei do Kin, que afirma que para o círculo somos todos de valor igual, cada um com sementes do conhecimento dentro de si. Repare que, à volta do globo, os encontros dos kin da Rede Arte Planetária têm lugar nos dias Cristal - o dia de tonalidade 12, em cada ciclo de 13 dias da Onda Encantada. O acto de nos encontrarmos no "campo mental cristal, da cooperação" mantem a rede dos rastreadores-do-tempo sincronizada, uma vez que todas as partes colaboram para a construção do Todo.

 

De onde surgem os animais de cada uma das 13 luas?

O alinhamento dos 13 animais-totem corresponde à sequência das 13 maiores constelações redescobertas e apresentadas por Hugh Harlston em El Zodiaco Maya. Através do estudo desses animais numa perspectiva biológica, é-nos possível encontrar significados mais profundos dos poderes das 13 luas.

 

Os Maia executavam sacrifícios humanos?

O termo "Maia" refere-se a uma longa linhagem ancestral. Os Maia responsáveis pela maioria dos monumentos calendricos e pelos majestosos observatórios piramidais são conhecidos por "Maia do Período Clássico". Estiveram na Terra durante uma janela de tempo específica: cerca de 435 a 830 dC. Parece que viveram e trabalharam com uma missão muito precisa - a de registar enormes ciclos astrológicos e astronómicos, com o fito de alertar gerações futuras para a mudança da idade do mundo; o amanhecer de uma nova criação. Quando estava pronta a sua tarefa de codificação da mensagem em pedra, os Maia Clássicos abandonaram a cena. Como escreve o Dr José Argüelles: "Em 830 dC, a equipe de engenheiros regressou ao espaço, para as dimensões de onde os Maia mantêm a sua observação das coisas. Lentamente, os Maia terrestres se imiscuiram de novo com as selvas. Os tempos das trevas estavam a chegar. E os Conquistadores apareceram. Por volta de 830 dC, tribos guerreiras que tomaram para si mesmas o antigo nome dos Tolteca - que significa Mestre Constructor - entraram no Yucatão. A guerra e o sacrifício de humanos foram introduzidos."