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O Chamado de Pacal Votan

Introdução

O Chamado de Pacal Votan

T(E) = Arte

O Tempo é a Quarta Dimensão

astronauta de palenque

Em 1953, quando era uma criança de 14 anos, descobri o sistema de símbolos matemáticos Maya. Único entre todos os outros sistemas matemáticos do planeta que são decimais ou com base no 10, o sistema Maya é vigesimal, baseado em 20. O sistema Maya usa uma forma de símbolos incrivelmente simples: um ponto para unidades, uma barra para cinco unidades e um “zero” para indicar avanços posicionais pela potencia de 20, por ex., 20, 400, 8.000 160.000, etc. O Maya clássico (435-830 AD)[1] da América Central usou este sistema matemático com grande vantagem para correlacionar o tempo astronómico e desenvolver um sistema inigualável de calendários.(um sistema  de calendários sem paralelos).

Ao longo da minha vida, à medida que aprofundava o meu estudo da matemática Maya, fiquei impressionado com o facto de quase nenhum pesquisador (todos educados no Ocidente, claro) ter considerado que a matemática Maya teria algum significado como uma espécie de ferramenta para medir ou avaliar criticamente os nossos próprios padrões de tempo, história, matemática e calendário. Em vez disso, depois de uma primeira curiosidade, os escritores educados no ocidente simplesmente aceitaram meramente a matemática Maya como uma única e desconcertante singularidade, desprovida de mérito ou sem valor algum para o mundo moderno.

Incapaz de  aceitar a rejeição arqueológica da matemática Maya, por volta dos anos 70 comecei  a construir  versões, da mais exclusiva, pedra angular do sistema matemático Maya: o Tzolkin ou calendário sagrado de 260 dias, uma sequência permutativa de 13 números (1-13) e 20 ícones. Em 1983, descobri que havia uma conexão matemática entre o Tzolkin de 260 unidades e o código de 64 unidades do I Ching/ADN, publicado no meu livro: “Earth Ascending: An Illustrated Treatise on the Law Governing Whole Systems” (Ascensão da Terra: Um Tratado Ilustrado sobre a Lei que Rege Todos os Sistemas) (1984). Nessa altura, minha conclusão foi que o sistema de permutação 13×20 do Tzolkin 0 permutações do Tzolkin era na verdade a expressão matemática de uma matriz galáctica auto-existente através da qual, mesmo o ADN, a “matéria prima” da vida, é coordenada e repete-se ciclicamente em formas planetárias abrangentes.

O culminar dos meus primeiros 33 anos de pesquisa e reflexão sobre a matemática do Calendário Maya foram publicados no “Mayan Factor: Path Beyond Technology”, (Factor Maya: Caminho Além da Tecnologia) (1987). Aqui finalizei a minha hipótese de que os Mayas “clássicos”  praticando uma “ciência de tempo” muito mais avançada do que aquilo que conhecemos a esse respeito, deixaram, deliberadamente, duas pistas para a humanidade moderna: “a contagem longa” dos 13 baktuns ou o grande ciclo da história (BC3113-AD2012)[2] e o Calendário Sagrado de 260 unidades. Como demonstro no “The Mayan Factor (Factor Maya) a “contagem longa” é um fractal do Tzollkin.

Em 1988 ficou claro, para mim,  que não tinha escolha, a não ser, dedicar toda a minha vida ao desvendar totalmente o código matemático maya do tempo, com o fim de poder impactar a civilização moderna na sua totalidade. Assistido pela minha sócia e esposa, Lloydine, com sorte, fomos dar ao Museu do Tempo em Genebra, na Suíça, em dezembro de 1989. Finalmente entendemos: a humanidade evoluiu historicamente, sem o conhecimento de si mesma, sob o crescente stress de uma falsa frequência de tempo artificial, a 12:60 (calendário de 12 meses, hora de 60 minutos). Como resultado, a humanidade desviou-se da natureza e, sem corrigir a sua frequência de sincronismo, mais tarde ou mais cedo, acabará num desastre. A frequência galáctica do tempo natural, foi codificada pelos Mayas no Tzolkin e é conhecida como a 13:20 (13 tons galácticos, 20 frequências solares).

Após a descoberta das frequências de sincronismo veio a redescoberta do calendário das 13 Luas/28 Dias para substituir o erróneo calendário Gregoriano e os códigos da Quarta Dimensão[3], “Dreamspell, the Journey of Timeship Earth 2013”, (O Encantamento do Sonho, a Viagem da Nave do Tempo Terra 2013) (1990-91), até então desconhecido para a humanidade histórica, apanhada na sua crescente distorção do tempo 12:60 cada vez mais entrópica. “The Call of Pacal Votan” (O Chamado de Pacal Votan), este livro foi escrito no final de 1992 (originalmente com o título “A Treatise on Time” (Um Tratado sobre o Tempo) como um meio de tornar a matemática da Quarta Dimensão do tempo sistemática e clara, incluindo todas as implicações para o curso evolutivo e imediato da humanidade.

O século XX começou com a equação E = MC². A teoria da Relatividade vincula o espaço com a velocidade da luz e, na realidade, nada diz acerca do tempo. Suas aplicações produziram 50 anos de guerra fria e terrorismo nuclear. Finalmente a prenda Maya, “ciência do tempo” foi desvendada – e bem na hora. Antes que o Sec. XX se torne o último século da evolução humana, oferecemos a equação correcta: T(E) = Arte, (E)nergia multiplicada pelo Tempo (T) = Arte), onde (E) é a energia de qualquer sistema; (T) a frequência unificadora 13:20 e “Arte” o resultado da produto de energia por tempo. É por isso que a “natureza” é constantemente maravilhosa e artística. Esta equação também aponta para direção criativa que a humanidade pode ter, ao rejeitar a sua falsa frequência de tempo e voltar ao tempo natural.

O processo de descoberta de algo tão fundamental, como as Leis que regem a Quarta Dimensão do Tempo, é um exigente e completo sacrifício de valores condicionados e pessoais, a fim de chegar à verdade. No seu poder da transcendência, a verdade é um chamado. O leitor notará que este Tratado “cumpre o Chamado de Pacal Votan”. Esta personalidade tão singular entre todos os Mayas “clássicos” (603-683 AD) deixou um centro sagrado, Palenque, um túmulo incomparavelmente espetacular e uma profecia, Telektonon – Earth Spirit Speaking Tube (Tubo Falante do espirito da Terra) (1994-95).

Agora reconheço que a minha missão de vida tem sido a busca da matemática do tempo e continua sendo responder ao “Chamado de Pacal Votan”. Conhecido como ” testemunha especial do tempo”, a personagem e presença de Pacal Votan, Agente Galáctico 13 66 56, guiaram-me sempre. Durante o seu ciclo de poder de 52 anos, 631-683 DC e as pistas que ele deixou, Pacal Votan demonstrou sua mestria da ciência do Tempo Maya. Os Mayas tiveram, realmente, a missão de nos deixar o conhecimento do tempo: a frequência 13:20, precisamente, com a finalidade de nos oferecer a oportunidade de corrigir o nosso curso no tempo – antes que seja tarde demais.

Como  ser humano responsável por trazer à luz o conhecimento do tempo na sua verdadeira dimensão – 4ª Dimensão, reconheço a magnitude da minha tarefa. Peço ao leitor, tal como ao mim mesmo, que assuma com humildade todos os imperativos que esta verdade ordena. No espírito de uma fonte divina, sem nome, omni-evolutiva, inclino-me em sinal de gratidão por ter servido de instrumento, como o navio desta verdade.

José Argüelles, Ph.D.[4]

Lua Harmónica 11

Kin 216 Guerreiro Galáctico Amarelo

Terceiro Ano da Profecia

A Victoria Pacifica

(Gregoriano: 25 Novembro 1995)

[1]
O autor aplica as iniciais de “Arcturus Dominion” (Dominio Arcturo)  contrastando-os com o “Anno Domini” [depois de Cristo] do calendário Gregoriano. (Nota do Autor)
[2]
O autor faz um jogo de palavras com a nota de BC-AD (sigla em inglês “antes de Cristo — Anno Domini” = antes (e depois de Cristo) do calendário Gregoriano, que se aplica à “Conspiração Babilônica (BC)” e “Domínio de Arcturo (AD)” respectivamente. (Nota do Autor)
[3]
O correcto é tetra dimensional, esta forma será usada para manter a unidade com outras traduções de textos do autor. (Nota do Autor)
[4]
Doutorado em Filosofia (Nota do Autor)

Luas, Mayas e o Calendário das 13 Luas

pacal votanNa maior parte de sua história de 26.000 anos, o homo sapiens seguiu a lua e usou calendários lunares. A lua é inconstante e instável. É, por natureza, subtil e indescritível. Segundo os actuais cálculos, gira sobre o seu eixo a cada 29,5 dias, a duração de uma lunação sinódica que é a razão pela qual vemos sempre a mesma face da lua.

Uma lunação sinódica, de 29,5 dias, é a duração do ciclo da lua visto da Terra, é apenas um dos ciclos lunares, a partir do qual, podem ser feitas compilações lunares. Há também o ciclo de lunação sideral, de 27,33 dias (tempo que leva para a lua retornar a um ponto fixo no céu); o ciclo tropical 27,32 (retirado da longitude celestial) e o ciclo draconiano de 27,2 dias (o tempo que a lua leva para voltar ao mesmo nó).

Até o século XX, os humanos pré-agrícolas, tais como os Lakota, seguiram um calendário lunar vago ou não fixo. O facto é que, durante um ano solar, há sempre uma 13a Lua que transita de um ano solar para o outro. A natureza tabu do número 13 parece a surgir dessa misteriosa 13a Lua. Há uma discrepância de 11 dias entre a duração do ano solar de 365.242199 dias e as 12 lunações sinódicas completas de 354.36706 dias. O número de dias em 13 lunações sinódicas equivale a 383,5 – uma discrepância de 18,25 dias a mais do que o ano solar.

A discrepância entre os dias do ano solar e ciclos de lunação só se tornou um problema para o homem civilizado, pois a mulher carregou sempre, naturalmente, as 13 luas dentro dela. O ciclo de menstruação feminino de 28 dias é a média entre o ciclo de lunação sinódica de 29,5 dias e os outros ciclos de lunação inferiores de 27,5 dias. distribuindo o ciclo de lunação de 28 dias pelo ano solar, o resultado é 13 luas, ou 364 dias, um dia a menos que o ano solar.

Uma vez que os estilos de vida agrícolas foram desenvolvidos na área do planeta agora conhecido como o Médio Oriente, o sacerdócio masculino tomou o poder. A pergunta de um calendário tornou-se uma questão de desenvolver um instrumento de poder. O poder masculino associou-se com o sol, enquanto a fêmea estava associada com a lua. Um calendário baseado na exclusividade do ano solar tornou-se primordial. A divisão egípcia do círculo em 360°, subdividido em 12 partes de 30° cada, proporcionou o sacerdócio masculino do Egito e da Mesopotâmia, com a norma para suas hierarquias celestialmente orientadas “machos solares” Isto ocorreu há cerca de 5.000 anos atrás, 3.000 anos AC.

Assim, na Babilónia e no Egito, nasceram as 12 casas do Zodíaco (e a tradicional astrologia Ocidental) e o calendário de 12 meses. Dado que 12 meses de 30 dias dão somente 360 dias, foi adicionado um período de mais 5 de purificação para completar o ano solar. A  função principal dos sacerdotes da Babilónicos das calendas foi correlacionar os ciclos da lua com o ano solar. Por volta de 1500 A.C., o sistema de 360 graus do círculo dividido em 12 como uma aproximação de e/ou até mesmo como um substituto para os ciclos de lunação espalhou-se até à Índia e China. O 12 é baseado na divisão do espaço – um círculo; e não  do tempo  – as 13 luas.

Da Babilónia e do Egito a “energia solar” do círculo de 12 espalhou-se pela Grécia, e daí para Roma. Foi Priscius Tarquinus, um dos primeiros imperadores de Roma (616-579 A.C.), a quem se creditou o desenvolvimento do calendário do qual, finalmente, derivou  o Gregoriano. Os nomes dos meses do calendário Gregoriano são todos latinos e proveem deste calendário Romano primitivo.

Na época em que nasceu a Igreja Cristã, 500-1000 AC, o calendário romano de 12 meses de dias irregulares, desrespeitando o ciclo de lunação era um facto estabelecido. No começo da Era da Conquista, 1500 AC, era conhecido como o calendário Juliano e era baseado no ano sinódico de 365,25 dias. O calendário Gregoriano baseia-se no ano tropical de 365.242199 dias.

Por mais minuciosa que seja a diferença fracionária  entre os anos sinódico e tropical, não deveria obscurecer a realidade de que o calendário Gregoriano tem uma irregular e ilógica distribuição dos dias, derivada da tradição do sacerdócio masculino oriundo da civilização Babilónica. Trata-se duma tradição da divisão do tempo, baseada na divisão egípcia do círculo, que é uma divisão do espaço e não de tempo e, na qual todos os tabus do número 13 são totalmente incorporados.

Foi precisamente com este poder do 13, associado à feitiçaria e ao diabo, com que os conquistadores europeus foram confrontados frontalmente, quando chegaram ao “Novo mundo”. Pois aqui havia uma tradição de tempo e conhecimento totalmente desenvolvida, ainda mais precisa do que na Europa, completamente baseada no 13. Referimo-nos aqui ao sistema de calendário e matemática dos Mayas, no qual se baseia toda a civilização mesoamericana (México e América Central).

No que se refere ao interesse dos  sacerdotes Cristãos e seus zelosos soldados, não havia qualquer possibilidade de um verdadeiro diálogo. Os eruditos foram mortos e as bibliotecas queimadas. privou-se o mundo duma compreensão do tempo que se baseava não nas divisões espaciais do círculo, mas do poder lunar-galáctico de 13.

Naturalmente, devido ao feitiço hipnótico do calendário Gregoriano – a história do Encantamento do Sonho – não encontrará uma discussão sobre a compreensão do tempo Maya no artigo dedicado aos calendários na Enciclopédia Britânica. Esse é o factor Maya, o factor negligenciado em qualquer contabilidade dos assuntos humanos. De facto, se permanecermos somente sob o feitiço do calendário Gregoriano e ignorarmos o factor Maya, então realmente estamos perdidos.

A frequência de calendário Maya é 13:20 e não 12:60. Treze refere-se aos 13 tons galácticos ou poderes da criação, que também estão codificados nas 13 Luas ou lunações anuais. Vinte refere-se às 20 frequências solares codificadas nos 20 ícones ou selos solares. Foi sobre esta frequência sincrónica que o Tzolkin ou “Calendário Sagrado” se baseou.

Combinado com o ciclo solar de 365 dias, o Tzolkin deu aos Mayas o critério de fractal, mediante o qual, eles puderam construir calendários e sistemas de cronometragem eles demonstram a ordem harmónica do sistema solar e da galáxia em geral. Os Mayas, também, mantiveram os seus calendários lunares e ciclos de eclipse de extrema precisão, nestas construções.

Devido à base do calendário Maya ser o Tzolkin de 260-Kins[1] e não o círculo de 360°, não havia necessidade de correlacionar o ciclo de lunação com o ano solar mediante o conceito abstracto de “meses”. A matemática Maya, com base num elegante e mais sofisticado sistema de notação de ponto-barra, é vigesimal e não decimal – isto é, com base 20, em vez de 10. Isto dá ao sistema matemático Maya um fractal e flexibilidade exponencial não exibida pelo sistema decimal ou duodecimal (por 12) no qual se baseia o calendário Gregoriano.

Em vez de meses, o ano Solar Maya é dividido em dezoito períodos de 20 dias chamados Vinais. Na actualidade os 18 vinais, mais o vayeb de cinco dias, foram um meio de correlacionar o ano solar com o Tzolkin baseado na frequência 13:20.

O calendário e a matemática Maya, durante muito tempo foram um enigma para os arqueólogos ocidentais, que cedo compreenderam a sua incrível sofisticação e complexidade, têm, no entanto, sido considerados como uma curiosidade anómala, com nenhuma aplicação no mundo moderno. Novamente, este prejuízo deve ser visto como uma função da realidade de consenso 12:60.

A questão é que o calendário Maya contém o ensino da 4ª Dimensão do tempo que tem escapado à ciência moderna, emersa como está na opressão não questionável do tempo gregoriano tridimensional. a essência do ensino Maya é a aplicação da frequência 13:20 para a criação e implementação do Calendário das 13 Luas.

[1]
Unidade de medida galáctica, base das proporções e relações: um dia, uma das treze unidades de Onda Encantada, qualquer ser humano, qualquer umbral galáctico. (Nota do autor)

Pensando o impensável

pacal votanVisão Geral

Pensando o impensável

De todos os pressupostos e critérios não examinados sobre os quais nos baseamos e avaliamos as nossas vidas diárias como seres humanos no planeta Terra, de longe, o maior e mais profundamente inquestionável instrumento é a instituição conhecida como o calendário Gregoriano.

Um calendário – qualquer calendário – é geralmente entendido como um sistema para a divisão de tempo ao longo de períodos prolongados. Um dia é a unidade de base de um calendário, e o ano solar é a base do período prolongado.

O comprimento do ano solar actualmente é contado em dias 365.242199. O calendário Gregoriano divide essa duração em doze meses desiguais – quatro meses de 30 dias, sete de 31 dias e um de 28 dias. No calendário Gregoriano o quarto dia acumulado, é tratado através da inserção do dia 29  de fevereiro a cada quatro anos. Este não é necessariamente o mais lógico, nem o único caminho de lidar com o quarto dia acumulado.

30 dias tem setembro, abril, junho e novembro; todo o resto tem 31; excepto Fevereiro que tem 28. Assim vai a rima popular, ressaltando a natureza ilógica do calendário Gregoriano. Por outro lado, uma maneira muito mais fácil e mais lógica de dividir o ano solar seria por treze meses de 28 dias com um dia extra livre

O ponto é este: não existe lógica ou relação científica entre o comprimento exacto do ano e o uso do calendário Gregoriano para medir e dividir esta duração.

No entanto, o calendário Gregoriano é considerado o instrumento mais perfeito para a divisão do tempo e é usado em todo o mundo como o padrão oficial. Embora o calendário baseado na lunação do Islão, dos Hindus, dos Judeus e dos Chineses ainda seja usado para fins religiosos ou rituais, diariamente para assuntos económicos e políticos, o calendário Gregoriano é que prevalece em todo o planeta. Como e por que é que isso aconteceu? O que é o calendário Gregoriano e de onde veio? Por que vamos continuar a usá-lo? Na verdade, qual é a relação entre calendários e o comportamento humano.

Ao procurarmos a rúbrica “Calendário”, na edição de 1985 da Micropedia, Enciclopédia Britânica, vemos que um total de 80% da entrada é dedicada ao calendário Gregoriano. Isto exemplifica a inquestionável autoridade concedida para o calendário Gregoriano. Qual é a base desta autoridade?

O calendário Gregoriano é um dogma porque ninguém questiona isso, nem quer questioná-lo. O calendário Gregoriano é a base da frequência de sincronismo do 12:60.

Toda a autoridade concedida a este calendário é na verdade uma lealdade Cristã medieval a uma antiga divisão do Tempo. A autoridade deste dispositivo é mantida pelo Vaticano, geograficamente o menor estado político do planeta, mas que, no entanto,  recebeu a proteção política total da parte dos  principais poderes ocidentais: (G-7: EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão).

Os 12 meses do calendário Gregoriano irregularmente numerados e irracionalmente denominados, surgiram em consequência de uma Bula Papal emitida pelo Papa Gregório em 1572 e implementada em outubro 5-15 de 1582. O contexto histórico em que este calendário se tornou o padrão fixo é de grande importância. O poder europeu, instigado pela ganância material aquisitiva e a necessidade da Igreja para reunir todas as almas sob sua cruz, alargou-se, literalmente pelo globo. Desde então, ninguém poderia receber as bênçãos do Cristianismo sem receber o calendário Gregoriano.

Na própria Europa, o calendário Gregoriano teve êxito no exacto momento em que o final da mecanização do tempo foi alcançada. Por volta do ano 1600 DC os 12 meses/ano e a hora de 60 minutos tornaram-se o padrão estabelecido do tempo.

Assim, a codificação final da frequência tempo tridimensional, o 12:60, foi acompanhando e dando forma às próprias origens da moderna ciência materialista. Escusado será dizer, que a autoridade e o impacto da frequência do tempo nunca foi questionado, muito menos entendido. Embora homens como Kepler e Galileu tivessem sido perseguidos pela Igreja, eles não questionaram a autoridade do calendário. E assim tem sido com praticamente todos os homens e mulheres da ciência – eles aceitam sem questionar este calendário segundo o qual vivem.

É um descrédito fundamental de toda a ciência moderna e da sociedade regida pelos seus princípios que se continue aceitando inquestionavelmente a viver sob o que é essencialmente um jugo medieval do tempo. O calendário Gregoriano é um feitiço hipnótico que detém, todas as questões da história não resolvidas, escondidas na sua ilógica sequência de dias, semanas, meses e anos. Seguir este calendário só pode levar ao lugar onde nos encontramos hoje: uma de apocalipse, onde desastres, ignorância e erro se perpetuam numa insensatez demolidora.

As catástrofes escuras e apocalípticas da história apenas podem se repetir sob este jugo medieval do tempo. Assim como Sarajevo foi o ponto de inflamação para a Primeira Guerra Mundial em 1914, e um campo de batalha não resolvido em 1995. E numa escala muito mais vasta, vemos como, sob este jugo medieval, a Babilónia do começo da história  é hoje o palco para o fim de história no actual Iraque.

Claramente, a história não é democrática, e mesmo a democracia é uma farsa para nos manter na ilusão do poder e segurança. A história é o roteiro daqueles que estão no poder, e quem quer que seja que detém o poder escreve a história. Ninguém jamais foi questionado sobre o calendário Gregoriano, e assim,  todos nós o seguimos como se fosse a única maneira de lidar com o tempo.

Nunca ninguém considerou os efeitos da frequência do tempo ou padrão em que vivemos, nem foi dada a oportunidade de pensar “e se”. Sim, e se nós vivêssemos sob um padrão de tempo diferente? Pergunte ao aborígene australiano, ao habitante da floresta amazônica, aos nativos americanos na reserva  o que aconteceu com o seu tempo e, logo verá que é do interesse do Ocidente (G-7 – Países do Ocidente) e do Vaticano para mantê-lo confundido.

O calendário Gregoriano baseia-se no modelo original Babilónico que substituiu uma medição de espaço por uma medição do tempo. Tempo não é espaço. O tempo é a mente. Um círculo numa superfície plana dividida em doze partes de 30º foi usado como o modelo para o calendário anual. Um círculo numa superfície plana tem 360 graus (30 x 12). Uma órbita anual da Terra em torno do Sol é 365¼ dias. A medida do tempo de acordo com o padrão do círculo sobre uma superfície plana é irregular, arbitrário e irracional. Como é a medida do tempo, assim é a medida da nossa mente.

Em 1582 DC, quando Papa Gregório XIII cortou dez dias do calendário Juliano e ordenou a versão final do calendário Babilónico, o relógio mecânico alcançou a sua perfeição final. Usando o mesmo círculo de superfície plana de 12, o relógio duplicou as 12 por  24 horas e os graus de 30 para 60 minutos por hora.

Impostos, guerra e governo já eram instituições secundárias da mente humana devido ao uso do calendário de 12 meses em todo o Velho Mundo durante 5.000 anos. Mas combinados com o relógio mecânico que duplicou a medida, a frequência de tempo artificial 12:60 ficou instituída no lugar como a condição mental irregular e mecânica e mentalmente aceleradora da raça humana, separando-a do resto da natureza. Agora adicionado aos impostos, guerra e governos era a máquina.

Sem o relógio mecânico não haveria máquinas e toda a tecnologia industrial seria impossível. Ajustando o nosso ritmo biológico à acelerada frequência artificial 12:60 da máquina do tempo, nós, seres humanos começámos a aceleração da nossa própria actividade biológica, com a consequente bomba do tempo da superpopulação que hoje nos aflige.

O tique-taque do relógio é o coração artificial (“velho relógio”) de Mammon[1]. Mammon é o espirito diabólico da máquina que está vivendo em nós, que usa a nossa reprodução biológica acelerada para criar um mundo totalmente mecanizado. O triunfo de Mammon é o triunfo do materialismo. A primeira fase de Mammon foi a criação do sistema de governo babilónico de 12 meses, sistema de impostos e salários de trabalho.  A segunda fase de Mammon foi a máquina baseada no relógio.

Actualmente não há máquina sem dinheiro, nem dinheiro sem uma máquina, e nenhuma nação sem dinheiro. O Nacionalismo perverteu-se ao dogma 12:60 da guerra e do dinheiro. Mas na Biosfera todas as fronteiras são ilusórias.

Tempo e Biosfera: Para Além do Nacionalismo

O calendário Gregoriano de 12 meses não tem nada a ver com ritmo biológico anual da espécie humana em harmonia com a Biosfera.

Um relógio não mede tempo. Um relógio mede incrementos de espaço que, projectados como incrementos de tempo, são valorizados em unidades monetárias. Dinheiro não cresce em árvores. Dinheiro, é uma função do tempo falsa.

Ninguém é dono da Biosfera. Ninguém é dono do tempo. Tempo verdadeiro não produz dinheiro. O Tempo é a Biosfera.

Treze Luas, 28 dias é medida da Biosfera para o ritmo biológico humano anual. Vinte e oito dias, 13 vezes por ano, é o ciclo de menstruação da mulher. Tudo nasce da mulher. Matar uma mulher, fazer mal a uma criança, é destruir o futuro. Isto é o caminho da frequência 12:60, o caminho da guerra.

Através da adopção do calendário das 13 Luas, 28 dias e, rejeitando o calendário Gregoriano, os seres humanos darão o primeiro passo para além da autodestruição coletiva produzida pelo nacionalismo e da autodestruição biosférica produzida por Mamom (dinheiro-máquina).

Mais dogmas para questionar: Praticamente todos os governos, o Vaticano e instituições bancárias em todo o mundo funcionam através do calendário Gregoriano de 12 meses. Este calendário nega e esconde o verdadeiro ciclo biológico humano anual, conservado no corpo da mulher. Porque é que, normalmente, todos os líderes governamentais são homens? Porque é que os homens fazem a guerra? Porque é que são os homens a dirigir todos os bancos? Porque é que só os homens são autorizados a ser padres na Igreja Católica?

Somente rejeitando mundialmente o calendário Gregoriano de 12 meses e adoptando, imediatamente, como o novo padrão mundial o calendário das 13 Luas/28 dias, a espécie humana terá alguma esperança de resolver o impasse suicida  do nacionalismo e da política monetária, destruidora da Biosfera, que hoje governa as nações. Apenas adoptando o calendário das 13 Luas, se resolverão os intermináveis conflitos, como o israelo-palestiniano e da Bósnia/Sérvia.

Somente nos unificando bio regionalmente, ao abrigo do novo calendário, que suporta todos os pontos de vista espirituais e, igualmente, de valores, mas que não afirma o nacionalismo, vamos encontrar um novo convénio para nos levar além da guerra numa paz, que não é mais, do que apenas a ausência de guerra.

Enquanto a Organização das Nações Unidas afirma e sustenta o nacionalismo, está-se biosfericamente  obsoleto. À medida que as Nações Unidas afirmam a paz mundial, a maior operação de paz das Nações Unidas será supervisionar o desmantelamento dos Estados-nação que agora apoia, em detrimento da Biosfera, transformando-se, assim, na União Biosférica Autónoma do Povo de uma Terra Soberana.

As Nações Unidas podem fazer isto, promovendo, adoptando e implementando o Calendário das 13 Luas, o Plano de Paz para a Mudança do Calendário das 13 Luas e o Plano quinquenal Paz Cultura Paz Biosférica, efetivos a partir de Mago Eléctrico Branco (26 de julho de 1995).

Sem a mudança para o Calendário das 13 Luas no topo da lista de prioridades da agenda da paz, não haverá nenhuma paz duradoura. Se as Nações Unidas colocarem a mudança de Calendário das 13 Luas no topo da sua lista da Paz, provarão aos povos do planeta que são mais do que um subcontratante do departamento de estado dos Estados Unidos da América.

Depois de 50 anos, e de mais de 150 guerras e de 20 milhões nelas mortos, a mudança para o Calendário das 13 Luas é o ultimato final da Biosfera às Nações Unidas para transcender os dogmas do nacionalismo e do calendário Gregoriano e ajudar a trazer a verdadeira paz ao planeta Terra.

Confiamos em Deus: No que diz respeito a religião falsa, tempo é dinheiro

O calendário Gregoriano de 12 meses é a medida anual do dogma “tempo é dinheiro”[2]. O relógio mecânico / hora de 60 minutos é a medida diária do dogma “tempo é dinheiro”‘. Batendo dentro e fora o relógio do tempo é a medida do valor de nosso tempo – em dinheiro. Esta é a essência da vida da frequência 12:60. 12:60 é o erro manifestado pelo tempo que todos nós vivemos, um erro que nos está custando a Biosfera.

Dinheiro é o poder atribuído ao Deus que é adorado e temido por todos. “In God we Trust” — “Confiamos em Deus”, inscrito no dólar americano é a evidência do dogma de que “tempo é dinheiro” e, dinheiro é o parceiro mais confiável de Deus.

O dólar americano é o padrão mundial do dogma 12:60 “tempo é dinheiro”. Os mercados de ações do mundo são os templos onde a religião “tempo é dinheiro” é divulgada diariamente, cinco dias por semana e seus rituais de adoração realizados. Na bolsa de valores, todos os valores humanos, traduzidos em ações das indústrias competidoras são negociados contra um índice de unidades monetárias arbitrariamente manipuladas, dominadas pela presença do dólar todo poderoso.

“Em Deus que confiamos, tempo é dinheiro” é a religião falsa que hoje, DC 1995, rege todas as actividades humanas no planeta, de acordo com a pseudo-ideologia da política monetária.

Ao abolir o calendário Gregoriano de 12 meses e substituindo-o pelo Calendário Biosférico exacto das 13 Luas, as bases do dogma “tempo é dinheiro” são destruídas. Destruindo o poder do dinheiro, o poder da máquina também será destruído.

Dinheiro é o sangue vital da máquina cujo coração é o relógio mecânico. A máquina é o corpo de Mammon, a forma de Mammon. Mammon alimenta-se de seres humanos. A carne e ossos de Mammon são construídos com os despojos da natureza. Como Mammon prolifera em formas cada vez mais engenhosas, a população humana aumenta incessantemente, e a biosfera vê-se reduzida na sua capacidade de sustentar os excessos desordenados e descontrolados do dogma 12:60 “tempo é dinheiro”.

Enquanto a frequência de sincronismo 12:60 mantém seu ímpeto inerte, a máquina só pode multiplicar e propagar, exigindo um aumento acelerado dos seres humanos a serem  devorados e de recursos naturais a serem desperdiçados.

Sim, pensar no calendário Gregoriano é pensar  sobre o impensável. Mas se não arranjar tempo para começar a pensar sobre isso agora, pode perder a única oportunidade que tem.

[1]
Na mitologia, entre os fenícios, deus da riqueza e das minas
[2]
Tradução literal do inglês “Tempo é dinheiro”, em português, conhecido como “o tempo é dinheiro”. (Nota do Autor)

Precisamos de um Novo Calendário!

Naturalmente, um novo calendário também significa uma nova sociedade e uma nova forma de fazer as coisas. Precisamente por esta razão, o mundo não tem um novo calendário, apesar dos apelos ao senso comum e muitos esforços nobres durante o último século e meio. O problema é que temos sempre que esperar que o Vaticano, o Presidente ou Congresso ou a ONU aprovem o novo calendário. Como a sociedade se tornou mais complexa, as probabilidades, que se apresentam desta forma, diminuíram. Mas isso só tem feito a programação do calendário antigo piorar. Não podemos esperar mais. O tempo antigo está, literalmente, a matar-nos. Na expectativa da decisão de cima para baixo – esqueça! O que é necessário fazer agora, é mudar o calendário para ti mesmo. É isso mesmo. A maneira de combater a depressão sem a esperança incorporada pelo velho calendário, é começar a viver de acordo um padrão que é harmonioso e que pode torná-lo irremediavelmente feliz, porque é harmónico.

(25) Tartaruga Mágica, Árvore Mágica

(25) Tartaruga Mágica, Árvore Mágica

A Geração Da Terra

A tartaruga mágica falou. Criança da Terra, a tua soberana declaração dos direitos da biosfera não é uma fantasia. É real. Os teus direitos entram com efeito no calendário do tempo linear, a 26 de julho de 1993.

De 26 de julho de 1993 a 26 de julho de 2013 são 20 anos. 20 anos é uma geração. É necessário uma geração da Terra para as crianças da Terra viverem o tempo da Terra de uma forma soberana. Viveres os teus direitos de forma soberana é viveres de acordo com as leis da biosfera. Para a última geração das crianças da Terra, soberania é auto governação e auto organização.

A biosfera é a melhor vida da criança da Terra. Na sua forma soberana a biosfera pode agora respirar liberdade. Pode entrar a unidade de tempo. Pode-se espalhar e florescer debaixo de uma árvore mágica. Esta é a árvore mágica da soberania da Terra. A árvore magica da soberania da Terra abriga a primeira geração de cultura da paz na Terra.

A árvore mágica da soberania da Terra cresce sete anos fora do futuro. Julho de 1993 é o limite do sétimo anel.

Leva sete anos para contar os anéis da árvore que tem a soberania Terrestre. Para voltar ao centro são mais sete anéis da árvore, 25 de julho de 2000, o objectivo da soberania da terra. São necessários sete anéis da árvore dos conselhos das crianças da Terra para garantir os direitos da Terra. São precisos sete anos para uma geração harmonizar, cooperar e agir em conjunto, no serviço juntos para atingir o objectivo da soberania da Terra.

Sete anos deixam treze anos para completar uma geração inteira. Sete anos para atingir a meta da soberania da Terra, treze para lançar a biosfera na unidade do tempo.

20 anos para ver se a árvore mágica do tempo se tornará no mágico circuito da navegação: uma árvore do tempo cujos anéis são tão infinitos quanto as personagens desta história, a maravilhosa história do tempo da tartaruga e da árvore.

Uma geração da Terra: Viu, então, quantos anéis da árvore mágica do tempo podem crescer. Viu quanto as raízes da árvore mágica do tempo podem descer:


No serviço à Terra

tartaruga e árvore cooperam
no tempo em perfeita harmonia

Tu também podes ser
uma tartaruga mágica
uma árvore mágica

Reclama o teu corpo
reclama o teu tempo
reclama os teus sentidos
reclama a tua mente

Com autonomia podes girar o teu próprio tempo; na igualdade teces a tua vida; na abundância o círculo sagrado do tempo envolve-te com tudo o que precisas.

Este é o fim da história da tartaruga e da árvore. Eles têm mantido o conhecimento do tempo em equilíbrio com a biosfera da Terra. Agora é a última geração das últimas gerações dos filhos da Terra, o tempo é teu para reforçares a tua vida.

A Tartaruga mágica espera para ver se tu podes crescer com equilíbrio no corpo de tartaruga com soberania autónoma. A Árvore mágica aguarda para saber se pode sonhar a magia do espírito da árvore com soberania autónoma.


Planta a tua árvore do espírito

sobre a tartaruga mágica da nave do temp
soberanos, anel após anel
os anéis do tempo são teus para saberes
navegar através
das ondas de fluxo interminável do tempo

A Tartaruga mágica diz que tudo começa contigo, criança da Terra, quando fizeres o caminho de Treze Luas, tomando o teu lugar na história do tempo.

Criança da Terra, a tartaruga mágica capacita o novo tempo como o movimento de teu corpo com o tempo da Terra. Árvore de espírito capacita o novo tempo com conhecimento da energia solar dos 20 dedos das mãos e dos pés. Através da vivência das Treze Luas contados pelos teus 20 dedos das mãos e dos pés vais alcançar o poder dos navegantes do oceano da unidade do tempo. Darás as boas vindas ao regresso das 20 tribos do tempo.

Criança humana da Terra: o conhecimento do tempo dar-te-á o poder da navegação biosférica. Sem esse poder, o ciclo biosférico não é renovado. O ciclo de livre-arbítrio humano terminará, não dando nenhuns frutos. Criança da Terra é tudo apenas uma questão de estar certo na hora certa.

Então saberás o caminho a percorrer, estes são os sete anéis a seguir: sete anéis das treze luas. Cada anel, um caminho de serviço planetário, cooperação, e harmonia. Sete anos para os conselhos das crianças da Terra conquistarem o navio aos loucos e lançarem a Nave do Tempo Terra!


Anel da semente magnética amarela

Anel da lua lunar vermelha
Anel do mago elétrico branco
Anel da tormenta auto existente azul
Anel da semente harmónica amarela
Anel da lua rítmica vermelha
Anel do mago ressonante branco

 

O Anel da tormenta galáctica azul é o alvo da soberania da Terra e o primeiro dos treze anos que conduzem à unidade de tempo. No ano 2013, quando o anel do semente galáctica amarela é alcançado, será a próxima geração dos filhos da Terra, a primeira a ser a geração dos navegantes do grande oceano galáctico do tempo?


Através dos anéis de sete anos, o enigma é este

Podes fazer a tua tartaruga mágica seguir a tua felicidade


Através dos anéis de treze anos o enigma é este:

pode a tua tartaruga mágica sonhar para que passes o tempo do desejo,
podes desejar voltar para o espírito do fogo da árvore?
No fogo do espírito firme da árvore
podes falar da recompensa que é tua quando a encontrares?

 

Filho da Terra, este enigma é teu para responderes. Eu sou a tartaruga mágica, criança do tempo. A minha casa está debaixo da árvore de espírito, mago do tempo. A inocência é tudo o que precisas para nos encontrares. Coragem é tudo o que tu precisas para ganhares a tua parte na nossa história, a história maravilhosa do tempo da biosfera. Sempre que estejas pronto, estamos esperando por ti…


O Tempo é paciente com seus filhos

O tempo perdoa sem um som
O tempo recorda no seu silêncio
O tempo ama no seu circulo sagrado

(24) Declaração Soberana Dos Direitos Da Biosfera

(24) Declaração Soberana Dos Direitos Da Biosfera

Em nome da Federação da tartaruga e da liga da árvore, a fim de fechar o tempo da Nova Era e inserir a unidade de tempo; no espírito do Perdão Universal, é agora declarado:

Pela lei suprema do tempo que rege toda Biosfera Terrestre e pelas leis soberanas de auto-geração, auto migração, auto organização e auto governação de toda a biosfera e cada uma das suas partes, os direitos soberanos de autonomia, igualdade e abundância agora são declarados para cada criança humana da Terra para reivindicar os seus próprios direitos; e assim, aceitando os direitos de autonomia, igualdade e abundância, todas as criança humana da Terra aceitam a responsabilidade desses direitos, a responsabilidade do serviço de cooperação e de harmonia.

A declaração soberana das leis, direitos e responsabilidades da biosfera para as crianças da Terra também constitui um cessar e desistir de todas as operações do tempo linear que desrespeitam estas leis, direitos e responsabilidades.

Para garantir os direitos da Biosfera para todas as crianças humanas da Terra, toda a autoridade actualmente investida na instituição do tempo linear é declarada nula e inválida.

Daqui em diante, nenhuma instituição do tempo linear deve, de modo algum, impor as suas leis sobre qualquer criança da Terra para que a autonomia da criança, igualdade e abundância sejam de alguma forma limitadas.

Funcionando no tempo linear, a inteligência humana afectou a diversidade da biosfera, e o equilíbrio da biomassa está ameaçado. Para compensar a perda da diversidade biosférica, a criança humana da Terra agora deve assumir a responsabilidade de fechar o tempo da Nova Era e inserir a unidade do tempo.

Aceitando a declaração de nulidade das instituições e da autoridade do tempo linear, incluindo do calendário de doze meses, o tempo da Nova Era finaliza.

Seguindo e aceitando o calendário das treze luas, crianças humanas da Terra dão o primeiro passo para a unidade de tempo.

Em nome da Federação da tartaruga e da liga da árvore, a chamada saiu para todas as crianças humanas da Terra:

No espírito do perdão universal e da auto capacitação começam imediatamente a organizar os conselhos das crianças de Terra.

De agora em diante, nenhum parlamento, nenhuma reunião de conselho corporativo, nenhum banco, escola, igreja, ou qualquer outro tipo de entidade se reunirá ou tomará decisões sem a presença do conselho das crianças.

A fim de restabelecer a igualdade e abundância, toda a prosperidade actual do tempo linear é agora da responsabilidade dos conselhos das crianças da Terra.

Cabe aos conselhos das crianças da Terra criar a agenda de prioridades para a restauração da criança humana no circulo sagrado do tempo da biosfera.

A prosperidade do tempo linear existente é para ser canalizada através desta agenda de prioridades de acordo e respeitando a lei suprema do tempo, as leis soberanas da biosfera e os direitos e as responsabilidades reconhecidas aos membros da biosfera. Entre as prioridades é a imediata restauração da saúde e o bem-estar de todas as criança humanas da Terra.

Cada acto em nome da biosfera é um acto de paz. Cada passo em nome da biosfera amacia o caminho. Ao cuidar de mim, o caminho está aberto para cuidar de tudo.

Com os sistemas de tempo linear dissolvidos, a criança humana autonomamente retorna ao tempo natural, os conselhos das crianças da terra terão qualquer forma apropriada para o novo lugar no tempo.

No tempo natural, não há nenhum governo, mas sim, autonomia. No tempo natural não há nenhuma religião, mas a própria vida. Quando os conselhos das crianças se dissolverem, haverá unidade no tempo. Quando houver unidade de tempo, os seres humanos conhecer-se-ão completamente na biosfera. Então eles saberão como entrar no tempo do sonho.

Até que a unidade de tempo seja conhecida por todos, os conselhos das crianças têm de fomentar e promover, de todas as formas criativas possíveis, os direitos e as responsabilidades da vida na
a biosfera.


Criança humana da Terra

A tua autonomia cumpre-se no serviço
tua igualdade cumpre-se na cooperação
tua abundância cumpre-se na harmonia

Criança da Terra
na quietude e no equilíbrio
conhecer e praticar os teus direitos
na quietude e no equilíbrio
sê como a tartaruga sê como a árvore
envolta no teu círculo do tempo
tão feliz e tão livre

(23) Canção Da Bioesfera

(23) Canção Da Bioesfera

Como os espíritos dos tambores rufaram dentro da cúpula, no interior do manto do tempo do sonho da terra, as vozes dos espíritos dos animais uniram-se numa só voz, a voz da canção da biosfera.

Numa única voz para as crianças da Terra, os espíritos dos animais cantam a canção da inocência da biosfera.


Criança da Terra, filho do tempo

a biosfera é inocente
é o círculo sagrado do tempo
que molda a tua vida
num todo da Nova Era
com o coração cantando
na biosfera
Este círculo sagrado
de inocência e alegria

o circulo sagrado não toma partido
peixe come peixe é inicio do ciclo
o tempo recicla a vida

a vida recicla o tempo
este é o sagrado circulo
tudo o que precisa de viver
é autogerado
da excitação cósmica à respiração
do metabolismo à radiação solar
tudo se transforma em mais uma geração
outro circulo sagrado do tempo
no seu poder de auto geração
a biosfera é inocente

na cooperação de suas partes
no serviço e em harmonia
com a arte sagrada da Terra
a biosfera auto migra
todas as moléculas
em igualdade e diversidade
migra em todas as mudanças de combinações
através de todos os seus momentos diferentes
em todas as suas vidas diferentes
a biosfera é inocente
no seu todo e em cada parte
a biosfera auto migra

troca de todas as partes de si mesmo
com todas as outras partes
através de ciclos recorrentes da Nova Era
a biosfera é inocente

auto-geração, auto migrando
constante em seus círculos sagrados da Nova Era
a biosfera está a auto-organizar-se
no seu todo
para cada parte e toda a parte
a biosfera cria-se
na sua obra de arte viva
um fôlego para respirar o circulo sagrado
uma vida para equilibrar
na perfeição infinita
toda uma Terra se auto organizando
a biosfera é inocente

a biosfera é autónoma
no seu todo e cada parte
autónoma na temperatura do meu corpo
autónoma na pele que mantém o meu vestido vivo
na biosfera, não há nenhum “deixar” e nem “permitir”

Tudo é livre para fazer e ser
para levar o tempo ao seu próprio ritmo
de acordo com sua própria autonomia
na biosfera, não há nenhum governo
jogar ao invés da política
é a regra do dia
no seu poder de autogoverno
a biosfera é inocente

Na tua pele é tudo o que precisas
nenhum parlamento te pode dar mais
a biosfera é inocente
o circulo sagrado encontra-se
onde cada criança é livre
na sua própria autonomia
a biosfera é inocente

 

Auto geração, auto migração, auto-organização, auto governação são as leis que regem a Biosfera no seu todo e nas suas partes.

Igualdade, abundância, autonomia, estes são os direitos da biosfera.

Cooperação, serviço, harmonia, estes são os caminhos para exercer os teus direitos na biosfera.


Oh criança da Terra

cada um de vocês
é um membro da biosfera
a biosfera funciona se exerceres os teus direitos
tu és a biosfera
teus direitos estão escritos na tua pele
a biosfera é inocente
tudo o que precisas é começar
no teu ritmo
como a tartaruga e a árvore
para fazeres o tempo
simples e gratuito

autonomia é a economia da vida
Só eu posso ser Eu
com autonomia, pode haver serviço
a vontade de realizar em nome da Terra

igualdade é a economia de tempo
tempo é igual para todos
ninguém tem mais ou menos tempo
no tempo, somos todos iguais uns aos outros
com igualdade pode haver cooperação
no serviço à Terra

abundância é diversidade
a riqueza do tempo que se fortalece a cada momento
com tudo o que tu precisas
harmonia é abundância feita igual para todos
através da cooperação no serviço à Terra

Oh criança da Terra
Oh filho do tempo
ser paciente é ser livre
mantem a calma
move-te em equilíbrio
o teu poder está na tua autonomia

com tranquilidade o conhecimento é simples e livre
equilíbrio é movimento em harmonia
da calma e o equilíbrio
do conhecimento em harmonia
descobre os teus direitos
abundância, igualdade e soberania na autonomia

Esta é a canção da inocência
da biosfera que não conhece outra forma

Criança da Terra
A vida na biosfera é uma cooperativa autónoma
de origem comum e interesses comuns
a vida na biosfera é uma produção de auto migração
reciclada como tempo
criando-se como um circulo sagrado

Criança da Terra para entenderes
simplesmente vive no “Agora”

No Agora está a fonte do Aqui
no Agora está o espírito do teu coração que bate
no Agora está a fonte de autonomia
no Agora está a fonte da abundância
no Agora está a fonte de igualdade
no Agora está a fonte da quietude
no Agora está a fonte do saber
o Agora existe apenas para ser e fazer
ser e fazer
é ser livre

Oh criança da Terra
reivindica o teu tempo
a biosfera chama na inocência
chamadas como a tartaruga
chamadas como a árvore
chamadas para a harmonia
tua e minha!

(22) Maya, A Estrela Mãe Testemunhou No Conselho Das Crianças Da Terra

(22) Maya, A Estrela Mãe Testemunhou No Conselho Das Crianças Da Terra

Quando o espírito terminou a sua canção, houve um silêncio em todo o poder do espírito do Conselho da Terra. De repente, apareceu uma testemunha especial. Foi Maya, a Estrela Mãe!

A Bisavó galáxia disse, as estrelas mãe são muito especiais para mim. Elas são muito sábias e maduras. Elas sabem como ainda permanecer ao longo do tempo, mesmo que as estrelas se comecem a reunir-se em torno delas. Filhos da Terra, o teu avô sol é apenas uma criança comparado com a estrela mãe em torno do qual ele gira.

A Bisavó Galáxia tinha razão. A Estrela mãe Maya foi muito especial. Ela ficou no centro da grande Assembleia dos poderes do Espírito. Ela era brilhante e em constante mudança. Seu esplendor e feixes de luz pulsantes estão a dançar por todo o lado. Ao mesmo tempo, o centro calmo da Mãe Estrela mantem todos num ponto.

A Mãe Estrela falou. A Mãe Terra diz que humanos mexeram com o seu manto do tempo, a biosfera. Criando um tempo falso, os humanos introduziram um tempo linear, introduziram um padrão irregular na sua biosfera. Esse padrão irregular da existência humana também mexeu com o meu tempo, e os humanos não sabem disso. A Terra é cósmica para o núcleo. O tempo da Terra é também tempo galáctico. Ao mexer com o tempo da Terra, o humano mexeu com toda a tecelagem do tempo galáctico.

Desta forma, o humano chamou a atenção para si. É por isso que estou aqui antes de ti, agora, a tua bisavó estrela Maya. Meus filhos são os navegadores do tempo. Dentro da sua biosfera aqueles que conhecem o pulsar da Terra batendo com o pulsar galáctico do tempo são também conhecidos como Maya.

Devido aos Maya, o conhecimento do tempo nunca se perdeu. Mesmo que todas as tartarugas e
árvores, e os povos da árvore e da tartaruga desaparecessem da Terra, o conhecimento dos Maya sobre o tempo iria prevalecer. Porque o tempo é soberano entre todas as coisas na galáxia.

Por causa dos Maya, nem tudo está perdido. Não é tarde demais para as crianças da Terra aprenderem algo novo, algo novo que é realmente algo velho, algo que a tartaruga e a árvore sempre souberam. E é isto:


12 não é 13

um único número que adicionado a doze
Deu ao tempo o poder de mover-se no circulo
contagem de doze meses, não é um circulo verdadeiro
faz o tempo linear faz com que todos se movam
num plano único numa única linha
ficando em nenhum lugar, mas mais longe
13 luas faz o tempo redondo
cada ano, um nascimento
para a Terra renovar

13 luas para fazerem o som da vida

10 não é 20
é apenas metade da Partitura
20 é o todo
e ainda mais
apenas metade da Partitura
é menos de metade do pintura
10 anos podem fazer milhões
mas tu sempre precisas de mais

Pequeno e divido ao meio
vive com dez dedos
e esqueceu que tem dez dedos dos pés

Ao 10 chamaram uma década
é apenas metade da Partitura
uma década leva à decadência
20 anos é o resultado do Todo
uma geração inteira

20 anos para a última geração
da última geração da Terra
para fechar o tempo da Nova Era
para trazer a unidade do tempo
para introduzir a hora do Sonhar

 

Filhos da Terra, o dom dos Maya é para saberes. Este tempo é teu, reclama-o. A última geração de filhos da Terra, já aprendeu e ensinou tudo. Não é tarde demais para aprender de novo. A biosfera espera que assumam a responsabilidade para se equilibrar. Treze Luas não é difícil de aprender e seguir. 20 dedos das mãos e dos pés não são difíceis de seguir e saber.

Maya, a estrela Mãe fez uma pausa. Então perguntou a todas as criaturas do espírito da assembleia da Terra, o que essas crianças precisam que agora não têm? Elas precisam do dom da tartaruga e da árvore; Elas precisam de um calendário que seja verdadeiro; Elas precisam de uma declaração de direitos biosféricos; e um Conselho Terrestre próprio, para que possam aprender a Ser simplesmente.

Quem vai saber que as crianças da Terra receberam estes quatro presentes? Como vos disse, eles estão prontos.

Assim que acabou de perguntar, Maya a Mãe estrela desapareceu. Todos os que estavam na reunião, no manto do espírito biosférico sentiram respeito pela apresentação e desaparecimento de Maya, a Mãe estrela. Todos os poderes do espírito sabiam que o alívio do stress biosférico dependia deles.

O espírito da árvore falou primeiro. Eu já apareci em muitas visões a muitas crianças diferentes. A história da tartaruga e da árvore é lembrada agora novamente a todos os filhos da Terra. Com a intenção certa, o espírito irá certificar-se que todas as crianças da terra lembrarão a tartaruga e árvore através da sua história. O primeiro presente está pronto. Deve ser divulgado. Vai ser lembrado e aprendido novamente.

Em seguida, o espírito dos animais alojado na lua surgiram e falaram com uma só voz: nós fornecemos o novo calendário das treze luas. Está pronto. Treze Luas trazem a unidade do tempo. Cada um de nós, treze espíritos dos animais viabilizam uma das luas para que todas as luas trabalhem juntas como uma escada de mão. Uma escada de serviço. Uma escada do tempo.

Treze Luas colocarão os filhos da Terra ao mesmo tempo no tempo natural. Em toda a Terra, o ser humano pode cooperar novamente. Sem cooperação e serviço, não há unidade do tempo. Enquanto o humano se encontrar no tempo de contagem doze, não importa o quão determinado ele procure ser, o humano não encontrará cooperação ou paz. O segundo presente do novo calendário está pronto. Deve ser divulgado. Vai haver paz.

Em seguida falou a tartaruga mágica. A declaração dos direitos biosféricos para todas as crianças da Terra está preparada e redigida. A Federação da tartaruga e da liga da árvore já tinham esta declaração de direitos pronta há muito tempo. A chamada das crianças para os Conselhos está contida na declaração de direitos. O terceiro e quarto presentes estão prontos. A declaração dos direitos será divulgada. Os Conselhos das crianças serão convocados. Lá haverá autonomia, igualdade e abundância para todos.

Agora, até ao encerramento do tempo da Nova Era devemos tocar os nossos tambores espirituais. Não deixe de tocar os tambores espirituais até que a unidade se dê. Mesmo assim, devemos continuar tocando. Quando ouvirmos o espírito dos tambores dos filhos da última geração da Terra ao mesmo tempo e ritmo que os nossos, então podemos descansar.

Assim, começou o rufar dos tambores anunciando a canção do fim do Tempo da Nova Era:


Dissolver o sonho do tempo linear

dar às crianças liberdade
dissolver o sonho do tempo linear
deixem as crianças Ser

Tambores rufando no tempo certo
presente da tartaruga é equilíbrio
tambores rufando no tempo certo
tranquilidade é o dom da árvore

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