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19: Declaração da Primeira Paz Mundial

Nós, as pessoas do planeta Terra que escolhemos seguir o calendário das treze luas/28 dias como base de uma nova soberania e uma nova comunidade de paz e harmonia com toda a vida na Terra, rejeitando o velho calendário e as suas instituições de retirar o poder, aqui declaramos o começo da Primeira Paz Mundial.

 

 

O propósito desta Primeira Paz Mundial – 2004-2012 – é declarar a Terra como uma zona de cessar-fogo e assim assegurar o tempo para uma nova e compreensiva ordenação das prioridades humanas com o fim de sustentar e auxiliar toda a vida como uma unidade singular na Terra. Para atingir este objectivo, aqui declaramos e estabelecemos a nossa soberania num novo tempo de perfeita harmonia, e fazendo isso, não está mais ligada às instituições do velho tempo e do seu calendário. Solenemente dedicamo-nos a um novo e fresco começo, a novas maneiras de resolver os nossos problemas.

A guerra não é de maneira nenhuma uma forma viável de resolver os conflitos, e no seu lugar apelamos para uma desarmamento universal acompanhado de uma reorganização da sociedade humana de acordo com a construtiva paz e harmonia reflectida no novo calendário das treze luas/28-dias.

Ao fazer esta declaração do Primeira Paz Mundial apelamos a todas as organizações humanitárias existentes para juntarem-se a nós, na criação de uma Nova Assembleia da Terra em que primeiro que tudo dá assistência à mudança para o novo calendário e para o novo tempo entre todas as pessoas no Mundo. Simultaneamente, a Nova Assembleia da Terra apela aos representantes de todas as pessoas para reunir e estabelecer as novas prioridades e preparação para o entendimento universal do tempo como base de uma nova civilização Global.

Nós, que empreendemos nesta aventura heróica fazemos isto somente por ter observado e experimentado a exaustão de uma velha ordem cravada num calendário em que o tempo já não serve o propósito de uma universal evolução espiritual e mental. Rezamos ao Criador Supremo que a nossa tarefa seja guiada pela Divina Misericórdia e que a Compaixão e Iluminação caía sobre todos aqueles que suportam esta Declaração. Que tenhamos coragem para dissolver todo o antigo que ajuda na divisão, conflito e destruição, e que tenhamos também a sabedoria de perseverar isso que em todos os sentidos continua a erguer a espécie humana. Acima de tudo, que tenhamos paciência e tolerância para definir e promover as novas maneiras de vida que estarão de acordo com a manutenção e evolução do nosso sistema de suporte Terrestre, a biosfera, que nutre o espírito universal de aceitação e tolerância entre todos os seres humanos.

Compreendemos que se não tomarmos estas medidas agora, estaremos perdendo a maior das oportunidades que é suportar uma mudança de tempo mudando o calendário, e isso é declarar uma imediata paz sendo uma expressão da vontade de biliões de humanos que a sua escolha é paz e não a guerra. Que a voz das pessoas da Terra possa ser ouvida em todas as línguas, em grande eco, em todos os vales da Terra, e que o vento as leve pelos sete mares até às mais altas montanhas: Que o Novo Tempo de Paz prevaleça por sete vezes sete gerações que está para vir!

18: 2012 – Fim da Viagem

Parar o Tempo: 2012 – Fim da Viagem

Bom, a tua alma deu-te todos os argumentos acerca da natureza do tempo – tempo artificial e tempo universal. E agora que chegamos ao fim deste livro, já sabes alguma coisa acerca do tempo. Sabes que uma norma irregular de medida cria um mundo desonesto. Sabes que um relógio não mede o tempo, mas sim a sua passagem. E que o valor da tua vida de acordo com o mundo do tempo de relógio, está em algo chamado dinheiro. Tempo é dinheiro e o dinheiro faz o mundo andar às voltas, mas só se o mundo é medido pelo relógio – que de facto é, nos dias de hoje.

Portanto, o primeiro passo é parar o tempo. O primeiro passo mais fácil é mudar o calendário. Substituir o calendário irregular pelo calendário de perpétua harmonia, é a tarefa heróica que tens agora em teu poder de alcança-la.

E o grande momento é a mudança de calendário em 2004.

Tu e milhões, se não for biliões, de outros humanos estão dizendo: Nós parámos o tempo! O velho tempo está acabado. O Novo Tempo começou. Deixem-nos acabar com a guerra, curar as nossas feridas e restaurar a nossa verde e espaçosa Terra. Deixem-nos plantar jardins de vitória para a paz em todo o lado e deixem-nos curar as nossas doenças e deixem-nos fazer arte em todo o lado, celebrar e comemorar no nosso poder do tempo. Deixem-nos ser todos leaders e heróis neste grande momento da história da Terra.

Procura uma solução melhor, um final mais feliz – consegues? Consegues negar que precisamos de uma nova direcção para a raça humana? Consegues negar que até hoje nada do que foi feito funcionou? Consegues negar que viver na incerteza, terrorismo e medo só pode pressagiar o mal para o nosso futuro?
Não vamos ter medo de quebrar algumas barreiras, parar o relógio, e dar-nos um novo calendário para que possamos organizar as nossas vidas em harmonia. Imagina um mundo onde não haja guerra durante um ano. E depois durante dois anos, depois três, quatro, cinco…e depois durante oito anos? Imagina. Sem guerra durante oito anos. E quanto mais o mundo seguir sem guerra, mais soluções criativas nascerão para lidar com o meio ambiente e o estilo das nossas vidas. E depois, imagina que é 2012.

Imagina que em 2012, porque escolhemos um caminho de tempo de harmonia, estamos a viver em paz, e que por causa de estarmos a viver em paz estamos vivendo em sincronicidade. E que por causa disso, praticamos a telepatia. Uma nova ordem de civilização humana está a nascer. E todos nós sabemos disso. Não achas excitante?

Sim, 2012. O fim da viagem. Realização do ciclo como Homo Sapiens, o ciclo do Grande Teste. Olhamos para trás e pensamos: Que estranha viagem tem sido, esta coisa chamada de história. E aqui estamos nós, no fim, e enquanto o solstício nasce nós sabemos, que um novo começo está garantido. Estamos experimentando um avanço evolucionário.

Fim da viagem – novo começo. A vinda do paraíso na Terra. Impensável para nós neste momento viver o último momento do velho tempo. Mas se podemos parar o tempo, tudo o resto é possível.

Tudo isto que tens vindo a ler é também um testamento de perdurar uma visão. Os sonhos de uma criança são reais. O rapaz que subiu aquela pirâmide, quando tinha 14 anos tornou-se um homem. E este homem nunca se esqueceu da visão, nunca a largou. Em algures na sua pesquisa, nos seus estudos e investigações em tudo mas perdida civilização Maia, ele tornou-se ciente de 2012. Essa data chamou-o. Perguntou-lhe se percebia completamente o seu significado.

Quando percebeu o seu significado, o significado do tempo e do calendário que programa o tempo, o homem visionário sentiu que tinha que gritar FOGO! Vai para as saídas! E em cada saída da velha civilização, ele sabia, que deveria haver um novo calendário levando ao novo tempo.

E agora, ele conseguiu partilhar a sua visão contigo. Ele foi à sua alma, e ela disse-lhe para manter tudo muito simples. Este assunto do tempo é algo que todas as pessoas têm que perceber – enquanto há tempo!

Valum Votan, O Encerrador do Ciclo
Seli 9 Lua Solar do Jaguar, Kin 21 Dragão Galáctico Vermelho, Ano Lua Planetária Vermelha

17: O Tempo e a Segunda Criação

Parar o Tempo: Tempo e a Segunda Criação

Já considerámos que estamos no fim do tempo – isto é, o fim do tempo artificial. E que 2012 marca o fim do ciclo da história. E o começo de algo novo. E que a mudança de calendário em 2004 é a primeira semente desse novo começo. Que mudando o tempo em 2004 significa dar-nos a nós próprios tempo novo suficiente para voltar a viver em 2012 a harmonia natural. Desta maneira conseguimos ganhar a profecia e viver o paraíso na Terra.

Como é que o paraíso na Terra pode ser uma função do tempo? Se o Novo Tempo nutre os valores da harmonia interna, arte e beleza natural, sincronicidade e telepatia, que tipo de mundo, podemos criar?

Do ponto de vista da alma, vivendo com estes valores vai-se muito distante no caminho de aperfeiçoar a alma! Em facto, estes mesmos valores são o necessário se queres participar na Segunda Criação. Que para o valor real do novo tempo é que um novo tempo necessita uma segunda criação. Sim, a questão final de parar o velho tempo é que possamos fazê-lo todos ao mesmo tempo, e ir em frente com a segunda criação, o novo tempo!

Será que Deus está à espera que façamos a mudança do tempo para nos ajudar com a segunda criação? Será que parar o tempo é o grande teste da alma humana colectiva? Será que Deus nos deu a mudança de calendário como uma maneira mais fácil de sair do apocalipse?

Poderá haver alguma coisa nisso. No fim de contas, se tomarmos controlo do nosso tempo, não estaremos a tomar controlo de um factor principal na organização das nossas vidas? Sim, estamos. E se ao vivermos no tempo, traz-nos uma harmonia interna enorme, expressão artística e telepatia, novos insights no trabalho com a natureza, não será que estes valores por si mesmos mudarão o mundo?

Sim. E mais adiante, vivendo em harmonia com a natureza em vez de ir contra ela, vamos restaurando e co-criando em vez de esgotá-la e destruí-la.

Ao passo que as nossas mentes vão abrindo para os poderes psíquicos, há tanto tempo adormecidos, resumidos pela telepatia, não achas que visões novas abrirão em nossas mentes? Sim, visões novas com novas soluções, insights novos para trabalhar a natureza, e um novo sentido de poder com a natureza.

Este é um mundo que podemos co-criar com uma nova visão comum nascida da parar o tempo como uma tarefa humana colectiva, uma responsabilidade, igual, para o nosso futuro. Porque encaremos isto; ao estarmos a parar o velho tempo, estamos a parar tudo o que nele está incluído. Poderemos depois escolher o tipo de mundo que queremos, um mundo em tempo de harmonia. Um mundo em que a vida não é para ser temida, mas para ser divertida. Um mundo de consciência universal cósmica. Podemos criar este mundo. Está em nosso poder. O poder libertado pela parar o tempo.

Podemos ver que parar o tempo é uma técnica criativa. É uma técnica utilizada através dos tempos pelos shamãs, místicos e yogis. É como altos níveis de consciência são obtidos e mantidos. E tendo acesso a esses estados os místicos, yogis ou shamãs podem recriar-se.

Estamos aqui dizendo que a mesma técnica deve ser utilizada colectivamente para parar o velho tempo, antes que ele acabe por nos matar. Isto é, antes que nos matemos. Parando o tempo podemos ficar sóbrios. Podemos entrar nas reservas que transbordam criatividade por não terem sido usadas por tanto tempo. Podemos participar na Segunda Criação.

Permitindo-nos nestes 8 anos, 2004-2012, aprender como ir em frente com a Segunda Criação, podemos estar totalmente prontos para 2012 e para a vinda do paraíso na Terra. Isto é que é excitante!

Imagina a raça humana experimentando um tipo de acordar em colectivo, um entendimento de como fomos seduzidos a ir para o caminho errado, uma caminho que só levou à destruição. E depois, todos juntos, fazendo o desvio, percebendo que algo de positivo pode ser feito como um único organismo, algo construtivo. Este é também um efeito da parar o tempo, e um seguimento para a Segunda Criação.

O poder está nas tuas mãos. Vamos fazer algo por isto. O poder chama-se: treze luas/ 28-dias. É o poder da liberação do tempo. Vamos. O mundo espera-nos.

16: Percebendo a Lei do Tempo

Parar o Tempo: Percebendo a Lei do Tempo

OK. Já nos afastamos bastante de pensar que o tempo é aquele tic tac do relógio. E que o tempo real nada tem a ver com Abril, Junho ou Novembro. Isso é só um estado mental, uma ilusão cravada numa rocha, mas não passa de uma ilusão.

Em outras palavras, todo o nosso pensamento acerca do tempo é erróneo, e temos que mudá-lo. Cada vez que encontrares um erro tens que corrigi-lo. O que vai substituir o nosso velho entendimento do tempo é algo novo, algo chamado de Lei do Tempo.

Tudo o resto tem uma lei – a lei da gravidade, por exemplo. Então, porque não, ter uma lei que governa o tempo, a Lei do Tempo?

Se a lei da gravidade é o que impede coisas caírem ou voarem para fora do planeta Terra, então a lei do tempo é o que mantém as coisas juntas a todo o momento. Quando dizemos que as coisas estão juntas a todo o momento, quer dizer que estão sincronizadas. Portanto, a Lei do Tempo é o que mantém tudo em sincronia, em sintonia consigo mesmo e com tudo o resto.

Se é uma lei, não pode ser formulada?

Sim, pode. É formulada T(E) = Arte. Energia administrada pelo tempo é igual a Arte – isto é a Lei do Tempo. Mas o que significa?

Significa que tudo na natureza, pela virtude de ser sincronizado com o tempo, é artisticamente belo, harmónico. Por isso é que nunca viste um pôr-do-sol feio.

Sempre que observas uma floresta ou um rio, ou ficando à beira mar ou olhando o luar – há beleza. Isto porque tudo é governado pela Lei do Tempo. Quando as coisas estão sincronizadas, estão em harmonia. Estar em sincronia é estar em harmonia com o mundo e com o momento em que se vive.

Então, porque é que te sentes a maioria das vezes fora da sincronia? Poderá ter a ver com aqueles programas de tempo irregular e aquele mecanismo do tic tac – e da maneira como a vida é mantida por estes programas?

Sim, pode bem ser isso. Estar em sincronia é uma função do tempo. E se estiveres num tempo que vai contra a tua alma, pois claro que não vais estar em sincronia. Mas se o Tempo é mudado e começas a viver um padrão de harmonia, então ai, podes experimentar a Lei do Tempo. Começarás a ver o “Tempo é Arte”. A Arte tem a ver com qualidade, e o dinheiro com quantidade, lembras-te? Portanto, o tempo de qualidade tem que ser um tempo onde tu experimentas a harmonia dentro de ti. Quando podes ser uma peça de arte podes moldar-te fora do tempo.

Se a Lei do Tempo é responsável pela harmonia da natureza, e pela razão pela qual viver em sintonia com a Lei do Tempo traz-te para a harmonia natural, o que mais ela pode-nos dizer?

Diz-nos que por causa de tudo no universo estar sincronizado com o tempo, que o próprio tempo é instantâneo. Todo e qualquer momento no universo, está a ser instantaneamente sincronizado. Sendo instantâneo, o tempo é também um intermédio da telepatia. Isto porque a telepatia também é instantânea. Um princípio secundário da Lei do Tempo é que a velocidade do tempo é instantaneamente infinita. Talvez o tempo seja um concentrado de círculos, as rugas de um lago, que rodeia tudo de uma vez só!

Isto significa que o espaço não obstrui o tempo. Um pensamento pode ser projectado instantaneamente para qualquer ponto no universo. O tempo é um meio da propagação do pensamento. O tempo é o que faz o pensamento ser instantaneamente telepático.

Se assim for, porque é que não sou bombardeado por pensamentos? A resposta é sim, tu és! És só desconhecedor da maioria deles. E também muitos dos pensamentos que tens, talvez nem sejam teus. Talvez não haja pensamentos que sejam teus! Existe somente pensamentos.

Como a Terra tem um sistema de filtro para receber as radiações cósmicas, a tua mente tem um filtro para os pensamentos. Esse filtro é o teu superego. Apenas recebe o que convém, tudo o resto é censurado. Talvez seja bom, talvez seja mau. Tens que observar isso. Mas isso não altera o facto que a tua mente está sempre a ser bombardeada por pensamentos, a todo o tempo.

A questão é que há a Lei do Tempo. A Lei do Tempo é responsável pela harmonia interna, beleza natural, sincronicidade e telepatia. Pensa nisto: Não são estes os valores menos passados no mundo em que vivemos hoje em dia?

15: O Tempo e a Sincronicidade

Parar o Tempo: Tempo e Sincronicidade

O que vai ser mais impressionante no Novo Tempo é o aumento da sincronicidade.

Provavelmente precisas de estar mais a par disto. O que é a sincronicidade e a razão pela qual te vai ajudar neste Novo Tempo?

Sincronicidade é a qualidade ou o facto de ser sincrónico, isto é, acontecendo ao mesmo tempo. Sincronicidade é a coincidência no ocorrer dos eventos, especialmente eventos psíquicos que parecem ser relacionados mas que não são explicáveis pela causa e efeito. Causa e efeito é tempo linear. Sincronicidade não é linear. Isto significa que há explicações para eventos além dos de causa e efeito.

O que torna misterioso é que a sincronicidade coincide com o que vai na tua mente. Quando pensas em alguém. O telefone toca, e é a pessoa que estavas a pensar. Então há algo acerca da sincronicidade que conecta os eventos do mundo com os eventos na tua mente.

O que conecta o evento na tua mente com o evento lá fora é o tempo. Mas este é um tipo de tempo diferente. Não é um tempo linear. É um tempo sincrónico. Tempo sincrónico é o tempo das coisas estarem sempre acontecerem ao mesmo tempo. E as coisas estão sempre a acontecerem ao mesmo tempo. Tu só não reparas, ou a tua mente não está conectada, excepto em raros momentos. Porquê isto acontece? O que se passa?

Qualquer momento no tempo é o mesmo que em toda a parte do universo. O tempo é unificado instantaneamente. Embora seja meia-noite no outro lado do mundo, toda a Terra está ainda sentindo o mesmo momento de tempo universal sincrónico. Um homem sonhando no outro lado do mundo, pode aparecer na tua mente no mesmo momento que está sonhando contigo. Tempo sincrónico significa que a sincronicidade é a norma e não a excepção. Do ponto de vista de tempo sincrónico, o mecanismo de tempo linear é que é a excepção.

Não só a sincronicidade é a actual natureza do universo, como todo o universo é uma só, grande, sincronicidade. A tua alma floresce na sincronicidade. Porquê? Porque a sincronicidade é a condição natural da tua alma. A tua alma está sempre conectando os eventos. A tua alma está sempre inter conectando o significado dos eventos.

Ás vezes a tua alma tenta comunicar-te significados muito importantes. Estes são intuições. Pressentimentos. Aquela vozinha interior. Quantas vezes realmente, ouves estes incitamentos interiores?

Traz-nos novamente de volta à questão do tempo superficial. Enquanto a tua vida for governada pelo tempo de relógio e decorra neste programa do calendário irregular, só isto vai bloquear a sincronicidade. Tu pensas que algo vai acontecer, porque são 9 horas e isso é quando alguma coisa, supostamente é para ser começada. Bem, talvez aconteça. Mas de alguma forma tu não sentes nada. A tua alma não está lá, isso sim. Talvez as nove horas não sejam tempo de alma para a tua alma. E ainda por cima, se calhar não estás a ser honesto contigo próprio acerca daquilo que está a acontecer às 9 horas. Talvez nem sequer queiras estar onde estás, e preferias estar noutro sítio qualquer, mas isso, tu não admites. E então a mentira acerca do tempo se propaga – isso não importa!

A questão aqui, é que estás a basear a tua vida e as tuas decisões em alguma coisa, em vez de no tempo da tua alma, e então não consegues ouvir ou estar em contacto com a tua alma. No ponto de vista da tua alma, tu estás a ser insensível. Se estivesses a ser sensível, os teus olhos e mente estariam abertos para a sincronicidade acontecendo à tua volta!

Estar em contacto com o tempo real, o tempo da tua alma, o tempo da sincronicidade, é viver a experiência de liberação de energia. Que tipo de energia? A criatividade energética interna é liberada porque tu observas flashes da maneira que realmente é. Cada vez que vês a verdade ou experimentas a maneira como as coisas são realmente, sentes por dentro um tipo de assalto, um ímpeto, uma carga, uma agitação. Isto é a liberação da energia positiva que acompanha qualquer descoberta de verdade. Consegues imaginar sentir, o calafrio (de emoção) cada momento que esta energia é libertada, em ti a todo o tempo? O que farias com esta energia?

Talvez a Segunda Criação dependa da maneira como a tua energia de sincronicidade é libertada. Sim, a Segunda Criação – não será talvez acerca disto que o Novo Tempo será? Todos os teus poderes psíquicos adormecidos à muito tempo, serão conectados com este tempo que te conecta com a sincronicidade. Sincronicidade é só o topo do Iceberg. Por detrás disso está a telepatia, precognição, telecinesia – e quem sabe que outros poderes que estão adormecidos por causa da escravatura neste tempo artificial, poderes que podem ajudar a trazer a Segunda Criação!

No Novo Tempo, a telepatia pode bem ser a base de uma inteira nova tecnologia e maneira de viver. A maneira de viver no Paraíso na Terra! Não é isto que queres? De certeza que a tua alma quer!

14: O Novo Tempo e a Administração do Tempo

Parar o Tempo: Novo Tempo

OK, agora é o dia dois da Grande Mudança de Calendário. Todas as pessoas estão a tentar ajustar-se ao facto de que não é 27 de Julho mas Lua Magnética 2, Ano da Tormenta Cristal Azul….”Espera,” talvez digas, ” agora que mencionaste, é uma grande mudança no meu pensamento, não é?” Não há mais Julho mas em vez disso, Lua Magnética?”

Sim, é isso mesmo. Temos que visionar uma campanha para todo o ano para que todos possam estar correctos quanto ao calendário e as datas.

Precisamos também de um ano para aproveitar a oportunidade para pedir um cessar-fogo universal para observar a mudança – de um tempo de guerra para um tempo de paz. Temos que ir ao encontro da UNESCO e outras identidades públicas e privadas, organizações religiosas e ecológicas, para se unirem para pôr em prática um plano das novas prioridades para a raça humana.

Imagina todas as brigadas da Terra enviadas para rearborizar e limpar todo o lixo tóxico! E equipas de inspecção de armas enviadas para todo o lado para começar a desmilitarização do planeta Terra.

Sim, este seria o começo do Primeiro Mundo de Paz! O interessante que é que entre 2004 e 2012 – só 8 anos – é o equivalente de duas épocas presidenciais, 2004 e 2008 sendo anos de eleições. Imagina um candidato vindo representar a mudança de calendário e as declarações do Primeiro Mundo de Paz!

E todos os outros calendários?

O único calendário que está a ser mudado é o Gregoriano. É o modelo actualmente, e vai ser substituído pelo novo modelo, o calendário das 13 luas/28 dias. A mudança é do caos para a harmonia, da guerra para a paz.

Todos os outros calendários – o Islâmico, Hebraico e o calendário lunar Chinês, por exemplo, vão ser mantidos como eles são. Excepto que agora vão ser sincronizados para o novo modelo harmónico.

Mas para ti, no ponto mais forte da cultura da América e do “Primeiro Mundo” Industrializado, o modelo das 13 luas/ 28 dias, vai ser o teu novo calendário do teu dia-a-dia. E vais ter que te habituar a ele, portanto memoriza-o, e aprende como administrar a tua vida no Novo Tempo.

Aqui está o básico que vais ter que aprender – os novos meses e onde eles estão em relação ao velho tempo. Imagina só: em 2012, já nem mantemos registo do tempo antigo!

  • Lua um = Lua Magnética do Morcego (26 de Julho – 22 de Agosto)
  • Lua dois = Lua Lunar do Escorpião (23 de Agosto – 19 de Setembro)
  • Lua três = Lua Eléctrica do Veado (20 de Setembro – 17 de Outubro)
  • Lua quatro = Lua Auto-Existente da Coruja (18 de Outubro – 14 de Novembro)
  • Lua cinco = Lua Harmónica do Pavão (15 de Novembro – 12 de Dezembro)
  • Lua seis = Lua Rítmica do Lagarto (13 de Dezembro – 09 de Janeiro)
  • Lua sete = Lua Ressonante do Macaco (10 de Janeiro – 06 de Fevereiro)
  • Lua oito = Lua Galáctica do Falcão (07 de Fevereiro – 06 de Março)
  • Lua nove = Lua Solar do Jaguar (07 de Março – 03 de Abril)
  • Lua dez = Lua Planetária do Cachorro (04 de Abril – 01 de Maio)
  • Lua onze = Lua Espectral da Serpente (02 de Maio – 29 de Maio)
  • Lua doze = Lua Cristal do Coelho (30 de Maio – 26 de Junho)
  • Lua treze = Lua Cósmica da Tartaruga (27 de Junho – 24 de Julho)
  • Dia Fora Do Tempo ( 25 de Julho)

No Novo Tempo a tua administração do tempo é fácil: 4 semanas perfeitas, 4 fins-de-semana perfeitos em cada lua. Cada lua começa a um Domingo e termina a um Sábado. Cada ano também. Esta regularidade vai afectar o teu ser numa maneira profunda.

O âmago do teu ser relaxará numa facilidade e conforto sabendo que existe uma total regularidade e harmonia no tempo. Isto ajudará a mudança dos teus valores interiores para naturalmente estarem de acordo com as mudanças dos valores exteriores. Estes valores exteriores deslocar-se-ão na direcção do “Tempo é arte”. Tempo de Qualidade será o valor da recompensa. Isto significa tempo de alma, tempo para se ser criativo com o teu poder espiritual!

13: Fim do Tempo – ou Apenas Outro Começo?

Parar o Tempo: Fim do Tempo

26 de Julho de 2004, podes até pensar, porquê tão cedo?

Bem, olha bem à tua volta, para o mundo de hoje. Achas que podemos esperar para fazer uma mudança fundamental? Não. A situação já está muito drástica. Temos que arranjar uma maneira de parar toda esta guerra antes que seja tarde demais. Parar o tempo é a única maneira de trazermos uma pausa.

O Movimento para fazer isto já está bem em andamento. Tudo o que é preciso é a grande massa mudar e trazer o desenvolvimento de uma campanha para prender a atenção de toda a gente.

Assim que todos os que quiserem a paz, que querem um melhor meio ambiente, que querem mesmo ver uma mudança de uma vida materialista para uma vida mais espiritualizada – uma vez que todos ouvirem acerca desta mudança de calendário, vão todos querer juntar-se aos que triunfaram. E não achas que isto inclui todos os seis biliões de seres humanos que vivem hoje em dia? Imagina todos eles percebendo que mudando o calendário é uma oportunidade inaudita de parar o tempo e começar um novo diálogo sobre o nosso futuro humano. Pode ser feito!

Existe outra razão para 2004. E isto é 2012. Talvez já tenhas ouvido esta data anteriormente. Muita gente já ouviu. E se estás a ouvi-la pela primeira vez – bom, agora já não vais esquecê-la.

O que significa 2012? Muitas pessoas vão dizer, ” Ah, 2012. Isso é quando o calendário Maia acaba. ” Qual é a grande importância acerca disrto?”

O calendário Maia não acaba realmente no ano 2012 – para ser mais exacto, 21 de Dezembro de 2012. Isto é somente o fim de um ciclo. Sim, o tempo sincroniza as coisas em ciclos, e 2012 é o fim do que é chamado do Grande Ciclo. Este ciclo é medido pelo que é chamado da Contagem Longa. O que é a Contagem Longa? É a contagem dos dias desde 13 Agosto de 3113 AC até 2012 DC. 1,872,000 dias para ser exacto. Isto constitui o que é chamado de Grande Ciclo, o ciclo de 5,125 anos desde 3113 AC até 2012 DC.

O que é então este Grande Ciclo? Bem, se fores aos teus livros de história vais ver uma coisa muito interessante. A maioria deles diz que a civilização começou na Suméria e no Egipto em 3100 AC. E o Grande Ciclo Maia começou a sua contagem 13 anos antes disso! Isto significa que o Grande Ciclo é a medida do ciclo da história da civilização humana. 2012 é o famoso ” final da história”. Vai mesmo acabar a história?

Olha à tua volta novamente. Talvez a história esteja a acabar agora mesmo! Talvez a civilização não possa ir mais distante que guerra global – e isto já é muito distante se queres ter alguma coisa depois da história acabar!

É isto o que significa ” final dos tempos?” Pode bem ser. A razão de 2012 é também porque é uma data profética. É realmente o fim do tempo – ou apenas outro começo? A mudança do calendário está toda aí. Vai garantir à raça humana outro começo enquanto o velho está a chegar ao seu grande final!

A profecia de 2012 diz que quando o Grande Ciclo acabar, se a raça humana conseguiu abandonar a civilização de materialismo e ter voltado a viver nos ciclos naturais, então será o paraíso na terra. Se não – podes então esperar o pior.

A razão da mudança de calendário em 2004, é que este calendário de 13 luas/ 28 – dias é um instrumento de tempo harmónico natural. Treze ciclos de 28 dias correspondentes aos ciclos biológicos da mulher, vai com certeza por a raça humana de volta aos ciclos da natureza. Mudando o calendário em 2004 e redireccionando a raça humana no caminho da harmonia com a natureza, vai dar às espécies oito anos para parar o tempo e focar os seus assuntos na direcção da unidade cósmica. Deste modo quando o solstício do Inverno de 2012 amanhecer e o ciclo acabar, a raça humana vai estar pronta para o paraíso na terra!

12: Muda o Calendário, Muda o Tempo, Muda a tua mente

Parando o Tempo: Muda o Calendário

Então a tua alma fez-te pensar, fortaleceu com uns simples factos e uma certa lógica. Aqui estamos, finalmente. O poder está nas tuas mãos. A chave para qualquer tempo está no calendário que chama o tempo. Quando perceberes que tudo acerca do tempo, no qual estás a viver é programado pelo calendário que governa o tempo, então aí, podes fazer alguma coisa!

Se podes mudar o calendário, podes mudar a tua mente – e a mente do mundo!
Podes fazer uma mudança permanente. Podes de facto mudar o tempo. Pensa nisto como um novo programa de software – enquanto o velho está a ser apagado! Se podemos fazer com os nossos computadores, porque não fazê-lo com o calendário que está nas nossas mentes?

Mais uma vez: Imagina um mundo sem Abril, Junho ou Novembro – imagina se conseguires. E depois imagina um mundo em que todos os meses têm exactamente 28 dias, cada dia da semana do mês é igual. Os meses são todos iguais. E o ano tem 13 meses perfeitos. Quatro semanas perfeitas em cada mês, 52 semanas perfeitas por ano. Um tempo de harmonia.

E em cada ano há um dia fora do tempo – nem é um dia de semana ou de nenhum mês! Imagina isto se puderes. Por causa do dia fora do tempo, cada mês de cada ano é igual de ano para ano. Isto é que é um calendário perpétuo.

Bom, se consegues imaginar isto, então é porque já começaste a mudar a tua mente. Vamos agora olhar para este novo programa de software.

É simples matemática. Qual a melhor maneira de dividir 365 para que corresponda com os ciclos menstruais da mulher ou com a lua? 365 a dividir por 28 = 13 (x28) = 364 + 1 = 7 x 52 = 364 + 1 = 365. Este + 1 é o Dia fora do tempo. Não é um dia da semana nem do mês!

DaliSeliGamaKaliAlfaLimiSilio
1234567
891011121314
15161718192021
22232425262728

Imagina este calendário mensal, treze vezes em cada ano. Todo o mês e cada dia da semana sempre igual. Poderia eliminar muitos problemas. 13 meses perfeitos. 52 semanas perfeitas. Não haveria dias extras fazendo as semanas e os meses ter um aspecto macilento. Harmonia absoluta. Nenhuma confusão. Fluía, igualmente. Poderia simplificar a maneira como fazemos as coisas, mas radicalmente!

Se queres isto, tens que parar o tempo! Parar o tempo é a maneira mais poderosa que temos para mudar o mundo. Mas para parar o tempo precisamos de um prazo limite. E depois muita gente pode fazê-lo todos ao mesmo tempo! O prazo limite para parar o velho tempo, eliminar o velho calendário e começar um novo é…26 de Julho de 2004!

Não falta assim tanto tempo. Antes que fiques com problemas no coração e que penses que não pode ser feito, recebe coração. Existem milhares de pessoas em todas as partes do mundo que já começaram a usar este calendário. Agora chegou a tua vez, de fazer a tua parte!

Podes começar a viver neste calendário agora mesmo. Há um aqui na parte de trás deste livro para o corrente ano, O Mago Espectral Branco, 26 de Julho, 2003 – 25 Julho, 2004. Quanto mais depressa tu, a tua família e os teus vizinhos começarem a viver de acordo com este calendário, mais fácil vai ser a mudança. Dá aos teus filhos para levarem para a escola e mostrarem aos professores.

Deves estar a pensar em algumas coisas neste momento. Como por exemplo, porquê 26 de Julho? E o que é que significa o ano Mago Espectral Branco?

26 de Julho é o “Dia de Ano Novo” no calendário das 13 Luas/28 dias. Acontece neste dia porque é quando a estrela Sirius amanhece com o Sol. Este calendário não é somente uma perfeita medida da órbita da Terra em volta do Sol, usando a medida lunar de 28 dias, como é uma norma de tempo galáctico porque o seu ponto de partida é baseado na estrela – Sirius – fora do nosso sistema solar, e lá fora na galáxia!

Se o novo ano começa no que corresponde no velho tempo ao 26 de Julho, então o dia fora do tempo é o 25 de Julho, correspondente no velho tempo.

E porque é que o ano 2003-2004 é chamado de Mago Espectral Branco?

Para que se possa distinguir os anos que passam, a data de começo de todos os anos tem um dos 4 símbolos e quatro cores: Semente Amarela, Lua Vermelha, Mago Branco e Tormenta Azul. Assim, os anos seguem uma sequência de 4 anos chamado o maço do ano Semente – Tormenta.

Para que depois se possa criar um ciclo de 52 anos perfeitos, os símbolos de quatro cores são alternados com 13 números. 4 símbolos x 13 números = 52 anos. Isto é, treze luas perfeitas com 4 semanas perfeitas em cada lua que faz 52 semanas perfeitas num ano. Mais tempo de harmonia!
Os treze números, chamados de tons, têm diferentes qualidades. Os tons criam por si mesmos, um tipo de código estenográfico da criação cósmica. Os treze tons dão também às treze luas os seus nomes. A primeira Lua é a Lua Magnética, etc.:

  • Tom um – Magnético
  • Tom dois – Lunar
  • Tom três – Eléctrico
  • Tom quatro – Auto-Existente
  • Tom cinco – Harmónico
  • Tom seis – Rítmico
  • Tom sete – Ressonante
  • Tom oito – Galáctico
  • Tom nove – Solar
  • Tom dez – Planetário
  • Tom onze – Espectral
  • Tom doze – Cristal
  • Tom treze – Cósmico

Então, se este ano é Mago Espectral (tom onze) Branco, o ano da Grande Mudança de Calendário será o ano da Tormenta Cristal (tom doze) Azul. E o ano seguinte será Semente Cósmica (tom treze) Amarela. Consegues adivinhar qual será o ano seguinte?

OK. Se chegaste já tão longe, entraste no novo tempo. Parabéns!

Se isto, foi tudo o que levou para mudares a tua mente, porque é que tem que levar ao mundo mais tempo? Vês como esta revolução pode ser pacífica e fácil?

11: Tempo de Guerra, Tempo de Paz

Parar o Tempo: Tempo de Paz

OK. O séptico em ti está ainda vivo e bem. Consegues ouvi-lo a perguntar: Então temos um desonesto calendário que programa a mente. Queres mesmo dizer-me que podes mudar o tempo substituindo-o por outro calendário? Queres mesmo dizer-me que os políticos vão dar cambalhotas, os banqueiros sair com pincéis de tinta e que as guerras vão terminar.

Felizmente, a resposta é, sim! Mais cedo do que tarde! Assim que o calendário mudar, é exactamente isso que ai acontecer. Porque tens que perceber: o presente calendário está programado para a desarmonia e guerra. Carrega no seu programa “o tempo de guerra”. Muda o calendário e podes mudar o programa. Como é isso?

Lembras-te do que falámos, do calendário programar a sociedade que o usa. E também como o calendário tem consigo os programas que usa nos seus usuários. Pensa na pessoa que criou este calendário, o porquê, e há quanto tempo é usado. Vá lá. Precisamos de um lição de história.

Temos que nos aperceber que este registo fonográfico que está a tocar na mente colectiva, toca já à mais que 2000 anos. É muito espaço de memória e de recuperação, não é? Então, quem inventou este calendário de Abril, Junho, e Novembro? Acreditas que foi o Júlio César!

Sim, antes de ser conhecido como calendário Gregoriano, era chamado de calendário Juliano – depois do próprio Júlio. Acontece que os Romanos tinham um calendário de 10 meses com muitos defeitos, e o Júlio, querendo uma maneira de mudar permanentemente de Republica para Império, com ele como o primeiro Imperador, decidiu mudar o calendário. Então para fazer a mudança durante o ano 46-45 AC, Júlio tinha que ter um ano que tivesse 445 dias. Compreensivelmente, este ano foi chamado de “o ano da confusão”. Júlio não viveu para além do “ides of march” (15 de Março) no ano 45 AC quando foi assassinado pelo que fez.

Mas o Império prevaleceu. Júlio foi seguido por Augustus Caesar que fez mais uma mudança no calendário. Ele reparou que Júlio tinha mudado o nome do mês “Quintilius” para Julius (Julho), então Augustus mudou também o nome do mês seguinte “Sextilius” para Augustus (Agosto). E não ficou-se por ai, Sextilius tinha só 30 dias, enquanto Julius tinha 31 dias. Augustus queria que o seu mês, fosse da mesma duração que o mês de Julius. O que ele fez? Tirou o 29º dia do mês de Fevereiro, já ele sendo o mais curto, e adicionou-o ao seu mês. É por isso que o mês de Julho e Agosto têm 31 dias e o mês de Fevereiro só 28.

E foi assim que o calendário começou. Motivos despóticos, pretensões Imperiais e uma grande confusão. Os Cristãos começaram a usar o calendário Juliano por volta de 321 DC, quando adicionaram os sete dias da semana. Os sete dias da semana foram emprestados pelo calendário lunar Hebraico. E quem emprestou os sete dias da semana aos Judeus foram os Babilónicos. Os sete dias da semana nunca correlacionam com nenhum dos meses excepto com o de Fevereiro quando o dia 1 calha a um domingo, aí vai haver quatro semanas perfeitas num mês.

A igreja cristã que operava fora do Vaticano era chamada de Igreja Romã. Usavam o calendário Juliano desde então. Como também a igreja ortodoxa do leste, Grega e Russa. E agora para além da história sangrenta do Império Romano, o calendário tomou como programa a história da igreja católica. Há pelo menos um santo para cada dia do calendário anual. A história das cruzadas é também programada neste calendário.

E depois algo aconteceu. Os cristãos navegaram oeste e “descobriram” o Novo Mundo. Num lugar chamado Yucatan, descobriram outras pessoas, os Maias. Os Maias também tinham um calendário, um instrumento “pagão” que era mais exacto que o calendário Juliano! Os Cristãos aprenderam pelo calendário Maia, que o calendário deles estava com menos 10 dias! O que fazer? Os Cristãos queimaram todos os livros dos Maias em 1562.

Mas deveras interessante foi que dez anos mais tarde em 1572, havia um novo papa. O seu nome era Gregório XIII e declarou que o seu primeiro acto como novo papa seria corrigir o calendário Juliano. Dez anos mais tarde, em 1582, o Papa Gregory XIII conseguiu realizar o seu objectivo. Se fosses para a cama na noite de 5 de Outubro de 1582, quando acordasses seria 16 de Outubro e não dia 6. O Papa Gregory XIII resolveu o seu problema dos dez dias, e o calendário passaria a chamar-se de calendário Gregoriano.

Pelo começo do século XX, este calendário tornou-se a norma no mundo inteiro. Não que todo o mundo votasse para isso, mas, foi por causa do imperialismo Europeu que dominava o mundo já há mais de 3 séculos, que o calendário foi aceite como norma mundial.

No inicio do Séc.XX (nota: “Século”, cem anos, é também um conceito deste calendário) a grande guerra na história aconteceu – a 1ª Guerra Mundial. Muitas pessoas não sabem que as Cruzadas acabaram realmente com esta guerra, quando o Império Islâmico de Ottoman foi destruído. Claro que a guerra aconteceu sempre desde 1582 de uma maneira ou de outra, num ou noutro lugar. Mas a 1ª Guerra Mundial foi a primeira guerra realmente mecanizada.

Depois de mais ou menos 20 anos mais tarde houve a 2ª Guerra Mundial. Esta acabou em 1945 com a bomba atómica. Desde então tem havido guerras num lugar e noutro sem parar. Hoje, tudo o que sabemos, é guerra. Grande tempo. E no presente que guerra lutamos, contra quem? Alguém que ninguém gosta? Petróleo? E não é interessante que começou com o começo da civilização? O que é que aprendemos?

O último século é conhecido como o século da guerra total. Agora temos um novo milénio. Será este o milénio da guerra total? Milénio, como o século, é outro conceito que se insere neste calendário que nos programa. Milénio é mil anos. O que é que aprendemos nos últimos mil anos, além de matar melhor e fazer o meio ambiente cada vez mais feio? O que é que vamos fazer nos próximos mil anos? O que nos faz ter a certeza que duramos mais dez anos? Ao passo que as coisas vão, algo tem que mudar depressa.

Talvez não precises de pensar em ciclos de mil anos. Pensa só em ciclos de 28 dias, vai ajudar-te a perceber.

Sabias que o calendário Gregoriano repete o seu programa precisamente a cada 28 anos? Em qualquer “fatia” de 28 anos, vai haver sempre, um salto de 7 dias/anos. Isso significa que existe registos Gregorianos de maiores 28 anos acontecendo debaixo da superfície dos eventos. Um ponto significativo é um bom lugar para começar a olhar estes ciclos de 28 anos e perceber como nos estão a programar. O que é um ponto determinante e significativo? Que tal a bomba atómica em 1945? Não mudou tudo? Com certeza que sim. Ou então, o 11 de Setembro em 2001?

Vamos então contar em ciclos de 28 anos depois de 1945 e ver o que aconteceu. Os primeiros 28 anos, 1973 – aqui houve alguma coisa – 4 de Abril, 1973, as Torres Gémeas do World Trade Center em Nova York foram inauguradas. 28 anos depois? 2001. 11 de Setembro. Acabou-se as Torres Gémeas. Eventos gémeos como Hiroshima e Nagasaki, dois ciclos de 28 anos anteriores (1945). E 28 anos antes de 1945? 1917. América entra na 1ª Guerra Mundial. 1945, América acaba a 2ª Guerra Mundial. Será que estamos, depois do 11 de Setembro, entrando na 3ª Guerra Mundial? 28 anos antes de 1917, 1889. Deixa-me pensar… A Torre Eiffel, a estrutura mais alta naquele tempo, 3 ciclos de 28 anos antes das Torres Gémeas. Vês agora como o calendário repete os seus programas? Queres realmente mais 28 anos deste programa?

Acho que é fundamental uma mudança. Parar o tempo seja talvez uma grande oportunidade para mudar o calendário. Começar tudo de novo num tempo de paz. A escolha é tua.

10: O Calendário é um Programa

Parar o Tempo: O Calendário é um Programa

O que é realmente um calendário? Calendário deriva de uma palavra em latim que significa “livro de contas”. O primeiro dia de cada mês no calendário Juliano, o antecessor do Gregoriano, era chamado “calendas”. Era nas calendas que se pagava as contas e as dividas. É familiar para ti? Leva-nos de volta ao tema do tempo é dinheiro. Não admira que o tempo é dinheiro esteja impregnado na nossa consciência e cultura. E esse parece ser o principal propósito do calendário que usamos. Para manter um controlo das nossas contas, pagar as despesas, e marcar as nossas reuniões.

Talvez não pensemos nisto desta forma, mas o calendário que usamos programa-nos para usá-lo da forma que usamos. Mas serão todos os calendários assim, nada mais que um programa arbitrário para tomar conta dos negócios. E o Sol, a Lua e as estrelas?

OK. Vamos guardar este assunto em mente. O calendário é um instrumento de programação. Programa a cultura, as pessoas, a sociedade que o usa. Cria um laço de “feedback” entre a mente do usuário e o seu programa. A natureza do calendário determina a natureza da sociedade.

O calendário Gregoriano é arbitrário e irregular. Raramente pensas em factores naturais quando usas este calendário. 1 de Janeiro não corresponde a nenhum solstício ou equinócio ou alguma coisa natural. Com um programa destes, claro que não vais pensar nas estações ou na lua quando usas este calendário. É quase como este calendário está a manter-te fora da fase com a natureza.

Talvez perguntes, o que é que um calendário deverá fazer? Um calendário deve ser um instrumento de medida que de alguma maneira te põe a ti e o teu planeta numa relação de harmonia com a lua, o sol, e talvez também as estrelas na galáxia.

O calendário Gregoriano pretende ser um instrumento de medida da orbita solar da terra. É o que realmente significa um ano – o tempo que leva a terra a dar uma volta ao sol. O calendário Gregoriano tem sim uma medida de 365 dias, o número de dias nessa orbita. Mas as suas unidades de medida, os meses, não correspondem uns com os outros. Não são na verdade uma norma de medida. Nem as subunidades de medida, os 7 dias da semana, correspondem aos meses. Os meses e as semanas muito raramente se sincronizam mas correm de uma maneira acidental em relação uns aos outros.

Muitas pessoas dizem: que diferença é que isso faz? É muito fácil não notar numa desigualdade ou irregularidade na medida do tempo porque não se pode tocar ou ver o tempo. Mas, será que deixávamos passar uma tal desigualdade numa régua? E se fossemos em frente e construíssemos coisas com uma régua irregular, não sairiam defeituosas ou desleixadas? Talvez passado um tempo diríamos: ” Está ok assim, baixámos o nosso nível para acomodar estas construções desleixadas”. Mas, ficarias bem com estas sub normas de medida de objectos e formas no espaço?

Sim, baixamos a cabeça a estas sub normas e irregulares medidas do tempo. Pensando que não importa, que talvez seja já um efeito de aceitação por tanto tempo desta medida irregular. Se o espaço afecta os nossos sentidos, o tempo afecta a nossa mente. Portanto os efeitos de um tempo desonesto na nossa mente talvez seja muito subtil, mas muito pior, do que os efeitos de um espaço desonesto nos nossos sentidos.

Podemos todos desenvolver uma mente desonesta sem darmos por isso.

Uma mente desonesta, não veria o mundo desonesto e criaria problemas para si própria sem saber? Não apenas isto, mas pensaria que todos os seus problemas vêm de algum lugar fora de nós próprios. Estaríamos sempre a olhar para os problemas lá fora, em algum lugar. Não indo à raiz, nunca teríamos as verdadeiras soluções. Não interessa a quantidade de leis que criaríamos para controlar os problemas, estas leis mesmo assim não lidariam com o problema de raiz. Isto porque uma mente desonesta está a criar problemas, e a mente desonesta é uma função do calendário desonesto. Mas este calendário é um dogma, e toda a gente diz, e depois? Não será esta uma daquelas situações “catch-22”(1) ?

Isto é só olhando para os efeitos que o calendário tem como norma de medida irregular. Predispõe a mente para aceitar as desonestidades do dia-a-dia.

Não interessa quais sejam as unidades de medida – o calendário lunar tem meses alternos de 29 e 30 dias, por exemplo – um calendário é também um instrumento de programação. É como um registo fonográfico da mente que toca no ano longas sequências. O que quer isto dizer?

Por exemplo no registo fonográfico do Gregoriano, 1 de Janeiro é uma parte do programa. O que dá no 1 de Janeiro? Bom, neste país, muito se passa no futebol “jogos da taça”. Depois, no final de Janeiro, nunca sabendo quando exactamente, é a super-taça. Fevereiro programa-te o dia de S.Valentino e o dia do Presidente. Julho – dia 4 de Julho. Outubro para a festa Halloween. Dezembro, o Natal e a Passagem de Ano, etc. Agora o 11 de Setembro é parte do programa também.

Estes são os exemplos mais óbvios de como o registo fonográfico toca durante uma volta – um ano. Sempre que uma destas datas se aproxima, todo um segmento de população responde de uma maneira pré-estabelecida. Há mais programas que o calendário tem. Os começos e fins das guerras. Dia dos Veteranos. “Memorial Day”. 1 de Abril (dia das mentiras). Dia do trabalhador. As memórias destes eventos são acumuladas de acordo com as datas em que ocorrem. E depois, toda a gente, tem as suas datas pessoais que despoletam as suas emoções e memórias. Como por exemplo o dia que nasceste. Ou o dia que o teu filho morreu. Ou quando casaste.

Já reparaste que algumas destas datas são fixas – como o 25 de Dezembro – e outras nem por isso – como a Páscoa? Porquê? É por algum motivo ou rima, ou simplesmente é como o calendário, arbitrário e irregular?

Pensas que não tens qualquer controlo sobre isto, mas talvez até tenhas.

Imagina só, um mundo sem Abril, Junho ou Novembro – consegues imaginar?

Se consegues, então há alguma coisa que podes fazer acerca do tempo. Podes mudá-lo mudando o calendário. Se mudares o calendário, mudarás o programa da mente colectiva. Não é isto, poder?


catch-22
Este é um termo militar, que é muito confuso e difícil de descrever. Basicamente significa, que se houver uma lei, seja ela qual for, existe sempre uma excepção a ela.
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